
The Boston Globe 45
Pierre Roquer estreia no cenário musical com "THE 1ST ALBUM: DELICATE", um trabalho que, como o próprio nome sugere, tenta capturar a suavidade e a vulnerabilidade dos sentimentos amorosos. O álbum apresenta dez faixas focadas em diferentes facetas do amor, da paixão à dor da perda, mas apesar da intenção clara de evocar emoções profundas, o projeto peca pela superficialidade e repetição. A faixa de abertura, "Delicate", estabelece um tom doce e esperançoso. Pierre canta sobre o começo de um amor que parece frágil, mas carregado de potencial. A suavidade da melodia combina bem com a intenção da letra, mas a evolução da canção é limitada, e ela termina sem explorar novos terrenos, deixando uma sensação de algo inacabado. "Cruel Summer" segue com uma mudança de perspectiva, retratando a angústia de um amor que se transforma em algo mais doloroso. Embora a narrativa seja interessante, a repetição excessiva dos versos faz com que a música perca impacto com o tempo. O mesmo pode ser dito de "Midnight", que mantém o tema da solidão e da reflexão noturna, mas sofre com uma estrutura lírica previsível e pouco inspirada. No meio do álbum, "Maroon" tenta trazer uma energia mais intensa, mas acaba soando mecânica. A falta de variação entre as faixas anteriores e essa se torna evidente, e Pierre parece preso a uma fórmula que não evolui ao longo do álbum. Faixas como "Carma" e "Sweet" continuam nessa linha, sem acrescentar algo novo ao projeto, e acabam se tornando pouco memoráveis. No entanto, "Questions" é um ponto de destaque. A canção adota uma abordagem mais introspectiva e misteriosa, com letras que refletem dúvidas e inseguranças que ressoam emocionalmente. Aqui, Pierre consegue capturar a profundidade que falta em outras faixas, e a melodia complementa bem o tema de incerteza. O álbum encerra com "Don’t Blame Me", que traz um pouco mais de agressividade emocional. A produção é mais impactante e as letras são mais diretas, mostrando um lado de Pierre que contrasta positivamente com a suavidade das faixas anteriores. Embora ainda não atinja todo o potencial que parece prometer, é uma boa forma de encerrar o projeto. No geral, "THE 1ST ALBUM: DELICATE" é uma estreia com boas intenções, mas que falha em sua execução. Pierre Roquer demonstra talento, mas parece preso a estruturas repetitivas que impedem suas canções de se desenvolverem plenamente. Com mais ousadia nas composições e um foco maior em trazer variação emocional, ele tem o potencial de entregar algo mais marcante em futuros projetos.
TIME 60
Em "THE 1ST ALBUM: DELICATE", Pierre Roquer, se mostra como uma novidade bastante curiosa. O artista que chegou na indústria sem muito alarde, traz em seu primeiro compilado uma mistura de K-pop com influência nas batidas contagiantes do R&B. As faixas de abertura, como "Delicate" e "Cruel Summer", mostram um início promissor, mas sofrem com letras que se sentem rasas e pouco evolutivas. A repetição excessiva de versos, observada em várias músicas, acaba prejudicando a profundidade emocional que o artista parece desejar transmitir. Enquanto "Questions" se destaca pela sua narrativa mais intrigante, outras canções, como "Maroon" e "Carma", falham em explorar seus temas de forma mais rica e variada. É possível sentir que as inspirações musicais do artista novato acabaram ditando muito do que ele tentou explorar, o que por sua vez acabou dando a impressão de que não tivemos um vislumbre de sua verdadeira identidade artística. O que se prova quando notamos a necessidade de uma maior exploração emocional em suas letras. O álbum também peca na parte visual, com uma capa que não reflete adequadamente o conceito da obra. Apesar das dificuldades encontradas, Pierre Roquer possui um potencial considerável que, se trabalhado com mais atenção a profundidade em sua escrita e a construção de uma identidade visual forte, pode resultar em trabalhos futuros mais impactantes e memoráveis. Em resumo, "DELICATE" é um álbum que apresenta um artista em desenvolvimento que pode evoluir significativamente com uma maior atenção à originalidade e complexidade de suas composições. Pois a construção da narrativa apresenta uma verdadeira montanha russa de altos e baixos, onde encontramos o artista abordando temas, muito recorrentes, de amor e perda, e pode ser caracterizado predominantemente por composições que, embora tenham potencial, frequentemente caem na repetição e superficialidade.

Rolling Stone 40
"THE 1ST ALBUM: DELICATE" é o primeiro álbum de estúdio de Pierre Roquer, que aposta em composições voltadas ao encontro de um amor, mas também a perda dele. Iniciando com "Delicate", a canção é suave e expressa os sentimentos de Pierre em relação a achar o amor. A canção peca em ser rasa e não evoluir durante os versos. Em "Cruel Summer", o artista muda a narrativa e retrata seu amor perdido em um versão cruel. A música é bastante repetitiva com seus versos que acabam perdendo o brilho e toda a naturalidade ao decorrer da canção. "Midnight" também sofre do mesmo problema, a repetição. O artista tende a repetir constantemente as suas expressões tanto nessa música, quanto em músicas anteriores, fazendo om que as canções percam pontos críticos na criatividade. "Maroon" é totalmente robotizada e exatamente como "Midnight", inclusive, a primeira linha de ambas as músicas são iguais; soando como geradas por inteligência artificial. As canções a seguir como "Carma", "Sweet" e "Anti-Hero" não fogem do estereotipo das canções anteriores. A estrutura das canções são bastante repetitivas e não transmitem qualquer emoção, sendo um dos principais pontos fracos do álbum. "Questions" por outro lado, é um destaque no álbum. Dentro das canções, "Questions" acaba se tornando um ponto alto pela narrativa mais misteriosa, e retrata as preocupações de Pierre em relação ao seu amor perdido. Encerrando o álbum, "The Man" poderia ser uma canção sincera e honesta sobre um homem que tenta de tudo por quem ama, mas acaba pecando na profundidade dos versos. "Don't Blame Me" encerra como a melhor música do álbum. A letra é mais agressiva mas sem ultrapassar os limites, e um pouco mais abrangente dentro do projeto. O álbum não contém um visual para ser avaliado, apenas uma capa do álbum, que também não é exatamente editada ou trabalhada. No seu primeiro projeto, Pierre entregou um álbum com músicas que poderiam ter sido melhores trabalhadas para entregar a devida emoção que cada uma necessitava. Com uso ou não do auxilio de inteligência artificial para as composições, o ideal é que Pierre foque em humanizar suas composições para que transmitam emoção de forma intensa, e soem menos engessadas do que mostrou no "THE 1ST ALBUM: DELICATE". Diante altos e baixos, Pierre demonstrou que tem um potencial para ser lapidado caso foque em entregar um trabalho mais elaborado em suas composições e visuais.
Los Angeles Times 61
Fazendo sua estreia solo no meio musical, o artista coreano Pierre Roquer lança seu primeiro álbum de estúdio intitulado "DELICATE". O disco possui 10 faixas que abordam temas românticos, trazendo letras sobre paixões e decepções amorosas. Pierre abre o disco com o lead single do álbum, "DELICATE". A canção retrata, de forma poética, o carinho e a segurança que o eu-lírico encontra no toque e nas palavras de seu amado. A repetição de versos reforça a importância desse amor como uma constante na vida do eu-lírico, criando uma conexão profunda. A estrutura da letra é bastante simples, com estrofes rimadas que se repetem, o que contribui para a fluidez da canção. O único ponto a ser observado é a simplicidade da estrutura. Em "CRUEL SUMMER", o cantor explora o declínio de um relacionamento em meio a um verão implacável. A letra traz imagens fortes, como pétalas caindo e corações esfriando sob o sol escaldante, simbolizando a perda e a desilusão do eu-lírico. Cada verso é impregnado de uma sensação de inevitabilidade, com o amor outrora vibrante agora se dissipando diante do calor intenso. A estrutura da canção é bastante rasa, sendo curta e repetitiva. "MIDNIGHTS" aborda a intensidade de um amor que floresce quando a noite envolve o mundo, apresentando imagens de corações colidindo e desejos despertos no silêncio da madrugada. A letra enfatiza a sensação de liberdade e intensidade que surge à meia-noite, quando o tempo parece parar e o amor se torna a única realidade. Embora a repetição do refrão crie uma sensação de imersão no tema, a estrutura da canção é bastante repetitiva e simples. "MARRON" retrata a decadência de um amor em meio a um ambiente sombrio e melancólico. O "dia marrom" é apresentado como um reflexo do estado emocional, com a tristeza e o arrependimento tomando conta à medida que o amor desmorona. No entanto, a canção é bastante repetitiva, o que acaba cansando o ouvinte. A quinta faixa, "CARMA", aborda a luta contra um sentimento cármico que parece condenar o eu-lírico a repetir relacionamentos fracassados. A faixa é bastante repetitiva e rasa, e não parece acrescentar nada à narrativa do disco. "SWEET" reflete a transformação de um relacionamento inicialmente doce e perfeito em algo amargo e doloroso. A letra usa metáforas de doces e açúcar para simbolizar a pureza e a alegria do início do amor, que eventualmente se transforma em um sentimento de arrependimento e desgosto. A repetição exacerbada continua sendo algo que incomoda nessa faixa e gera desconforto. "ANTI-HERO" descreve a jornada pessoal do eu-lírico, marcada por erros e acertos, e o reconhecimento de ser um personagem complexo e falho. A metáfora do anti-herói é usada para refletir sobre a luta interna e os conflitos externos enfrentados, destacando a autoavaliação e a busca por redenção. "QUESTIONS" trata da dor e da frustração que surgem quando um relacionamento desmorona devido a dúvidas e perguntas não respondidas. A canção reflete sobre o impacto dessas incertezas na relação, destacando como elas podem desgastar a conexão entre duas pessoas e levar à separação. Pierre mantém a estrutura repetitiva das faixas anteriores, pecando em não explorar outros caminhos para o tema central da canção. A penúltima faixa, "THE MAN", traz como tema central a perseverança e o compromisso em manter um amor forte e duradouro, destacando a importância de estar ao lado da pessoa amada e contribuir para sua felicidade, apesar das imperfeições e obstáculos. Por mais que o cantor se esforce em utilizar metáforas e rimas, elas acabam sendo bastante clichês e rasas. Fechando o disco, a faixa "DON'T BLAME ME" explora a ideia de responsabilidade compartilhada em um relacionamento que terminou mal. A música aborda como um parceiro é acusado de ser o único culpado pelo fracasso do relacionamento, enquanto o eu-lírico argumenta que ambos contribuíram para o problema. A canção repete o defeito encontrado em todas as faixas do álbum: a superficialidade da lírica e a repetição de versos, o que gera cansaço. Em resumo, Pierre aposta em um álbum mais clichê e comercial, compondo letras rasas e repetitivas sobre temas vistos com frequência. Por mais mediana que seja a performance desse disco, o cantor pode evoluir em seus futuros trabalhos, apresentando sua marca em faixas com mais personalidade.
AllMusic 68
"DELICATE" marca a estreia de Pierre no cenário musical, O compilado composto por 10 faixas mergulha em temas de amor, perda e autodescoberta, prometendo não los levar a uma viagem de intensas emoções e sensações. O álbum se inicia com "DELICATE", uma faixa que mergulha em uma paixão intensa, onde Pierre explora poeticamente os altos e baixos de um amor avassalador. A lírica aqui tem acertos positivos e negativos, entregando uma boa faixa para um iniciante na indústria musical. "CRUEL SUMMER" segue, descrevendo um relacionamento que se desfaz, contrastando com um passado de estabilidade e felicidade. A composição é falha no aspecto lírico, parecendo soar em alguns momentos rasa. "Midnights" tenta capturar a química e os laços profundos entre duas pessoas, combinando um tom poético com uma simplicidade causa uma simpatia ao ouvinte, fazendo viciar em seu refrão. "Maroon" e "Carma" seguem caminhos semelhantes, abordando temas de dor emocional e karma como obstáculos na jornada pessoal do artista. No entanto, ambas as faixas carecem de profundidade na exploração desses temas, resultando em uma narrativa musical que, apesar das intenções, não atinge seu potencial completo. "SWEET" revisita o tema do amor perdido e do arrependimento, oferecendo uma composição sólida, porém, como outras faixas do álbum, tende a se tornar repetitiva ao explorar um terreno já familiar. "ANTI-HERO" tenta mostrar Pierre no centro de uma batalha interna entre ser o vilão ou a vítima, revelando fragmentos dolorosos de sua vida pessoal. No entanto, a composição é até inteligente, e tem uma história interessante, mas o artista peça em desenvolver a sua ideia de forma grandiosa. "QUESTIONS" aborda temas semelhantes aos das faixas anteriores, explorando um amor desfeito e transformado em dor. Mais uma vez, a música é prejudicada pela falta de originalidade e pela repetição de palavras e ideias já apresentadas. "The Man" tenta trazer uma nova perspectiva, explorando um homem que busca encontrar luz na escuridão e felicidade acima da dor. No entanto, a composição se perde em superficialidades e falta de profundidade emocional, resultando em uma narrativa que não consegue realmente se destacar. "Don't Blame Me" encerra o álbum com uma reflexão sobre julgamentos e culpa em uma relação, oferecendo uma composição interessante, mas ainda sujeita a superficialidades e repetições que marcam o álbum como um todo. Visualmente, "DELICATE" peca por não entregar uma identidade visual completa , com uma capa simples e bonita que não trasmite completamente o conceito da sua obra, a falta do encarte nos faz perder a experiência aprofundada da narrativa. Em resumo, "DELICATE" revela os primeiros passos de Pierre no universo musical, apresentando composições que alternam entre momentos de profundidade emocional e repetição temática. Embora o álbum revele potencial criativo, há espaço para crescimento na exploração de temas mais complexos e na variedade musical. O artista se dedicando visualmente e se atentando a erros pequenos em sua lírica pode se tornar uma grande promessa.
AllMusic 70
O primeiro álbum de Pierre Roquer é lançado de forma independente e se baseia nos gêneros do K-POP e R&B oriental. O artista debuta na indústria de forma introspectiva, mas que parece apostar em composições amarradas e bem pensadas. As letras das faixas de Pierre Roquer são uma verdadeira exploração da profundidade emocional e da complexidade das experiências humanas, especialmente no que diz respeito ao amor e às suas múltiplas facetas. Em "Delicate", Roquer capta a ternura e a simplicidade de um amor genuíno, onde os pequenos gestos e a gentileza se tornam a base de uma conexão profunda. As imagens poéticas e a repetição do refrão reforçam a ideia de que o amor delicado é uma fonte constante de força e conforto. Já em "Midnights", o compositor nos transporta para os momentos mágicos e íntimos compartilhados à meia-noite, onde o tempo parece parar e o mundo desaparece, permitindo que o amor floresça sob a luz das estrelas. A sensação de liberdade e paixão é palpável, destacando a importância desses momentos de conexão. Em "Carma", Roquer aborda a luta contínua com o passado e o impacto das experiências amorosas malsucedidas. A sensação de aprisionamento em um ciclo de dor é expressa de forma poderosa, com imagens vívidas de "caminhar pelo fogo" e "corações partidos como vidro estilhaçado". O refrão, com a súplica a Carma, transmite a frustração e o desejo de libertação, culminando em uma nota de esperança e a possibilidade de romper as correntes do passado. Finalmente, em "Questions", o compositor explora a dor e a confusão que surgem quando o amor se desfaz. As dúvidas e incertezas que assombram a relação são expressas com imagens como "sombras na noite" e "navios à deriva", capturando a sensação de desorientação e perda. No entanto, a canção também sugere um caminho para a cura, destacando a necessidade de deixar as perguntas para trás e buscar novos começos. Roquer consegue transmitir essas emoções através de uma linguagem poética e imagens vívidas, criando uma conexão profunda com os ouvintes. Seu uso de metáforas e simbolismo, juntamente com a repetição de refrãos impactantes, reforça a intensidade das emoções descritas. Cada faixa é uma jornada emocional, levando os ouvintes a refletir sobre suas próprias experiências e encontrar um eco de suas emoções nas palavras de Roquer. A habilidade do compositor em articular essas complexidades de maneira tão acessível e tocante é um testemunho de seu talento e sensibilidade como letrista. A criação de um visual para o álbum de Pierre Roquer é essencial para complementar e intensificar a experiência emocional das letras. Um conceito visual coeso pode ajudar a contar a história do álbum, proporcionando uma conexão mais profunda com os ouvintes. Além disso, um encarte podem ampliar o alcance e a atratividade do disco para o público do FAMOU$, capturando a essência poética das músicas. Investir em um visual forte e significativo também pode fortalecer a identidade artística de Roquer, diferenciando-o no cenário musical. Portanto, desenvolver um visual impactante é um passo crucial para o sucesso do álbum.

Billboard 70
O primeiro álbum de Pierre Roquer é lançado de forma independente e se baseia nos gêneros do K-POP e R&B oriental. O artista debuta na indústria de forma introspectiva, mas que parece apostar em composições amarradas e bem pensadas. As letras das faixas de Pierre Roquer são uma verdadeira exploração da profundidade emocional e da complexidade das experiências humanas, especialmente no que diz respeito ao amor e às suas múltiplas facetas. Em "Delicate", Roquer capta a ternura e a simplicidade de um amor genuíno, onde os pequenos gestos e a gentileza se tornam a base de uma conexão profunda. As imagens poéticas e a repetição do refrão reforçam a ideia de que o amor delicado é uma fonte constante de força e conforto. Já em "Midnights", o compositor nos transporta para os momentos mágicos e íntimos compartilhados à meia-noite, onde o tempo parece parar e o mundo desaparece, permitindo que o amor floresça sob a luz das estrelas. A sensação de liberdade e paixão é palpável, destacando a importância desses momentos de conexão. Em "Carma", Roquer aborda a luta contínua com o passado e o impacto das experiências amorosas malsucedidas. A sensação de aprisionamento em um ciclo de dor é expressa de forma poderosa, com imagens vívidas de "caminhar pelo fogo" e "corações partidos como vidro estilhaçado". O refrão, com a súplica a Carma, transmite a frustração e o desejo de libertação, culminando em uma nota de esperança e a possibilidade de romper as correntes do passado. Finalmente, em "Questions", o compositor explora a dor e a confusão que surgem quando o amor se desfaz. As dúvidas e incertezas que assombram a relação são expressas com imagens como "sombras na noite" e "navios à deriva", capturando a sensação de desorientação e perda. No entanto, a canção também sugere um caminho para a cura, destacando a necessidade de deixar as perguntas para trás e buscar novos começos. Roquer consegue transmitir essas emoções através de uma linguagem poética e imagens vívidas, criando uma conexão profunda com os ouvintes. Seu uso de metáforas e simbolismo, juntamente com a repetição de refrãos impactantes, reforça a intensidade das emoções descritas. Cada faixa é uma jornada emocional, levando os ouvintes a refletir sobre suas próprias experiências e encontrar um eco de suas emoções nas palavras de Roquer. A habilidade do compositor em articular essas complexidades de maneira tão acessível e tocante é um testemunho de seu talento e sensibilidade como letrista. A criação de um visual para o álbum de Pierre Roquer é essencial para complementar e intensificar a experiência emocional das letras. Um conceito visual coeso pode ajudar a contar a história do álbum, proporcionando uma conexão mais profunda com os ouvintes. Além disso, um encarte podem ampliar o alcance e a atratividade do disco para o público do FAMOU$, capturando a essência poética das músicas. Investir em um visual forte e significativo também pode fortalecer a identidade artística de Roquer, diferenciando-o no cenário musical. Portanto, desenvolver um visual impactante é um passo crucial para o sucesso do álbum.

Pitchfork 62
Em seu primeiro álbum, intitulado "DELICATE", Pierre mergulha em gêneros como pop, r&b e kpop durante 10 faixas onde o compositor explora um lado mais romântico e sincero, mas também sobre decepções amorosas. Iniciando com a faixa-título, "DELICATE" é uma canção sobre amor e se entregar à uma nova paixão, uma nova pessoa, e todo o sentimento desse início do sentimento. A canção é simples, mas traz uma abordagem fofa e até que bastante sincera. "CRUEL SUMMER" é uma canção sobre um relacionamento que já está chegando no seu fim e ambos sabem disso, assim trazendo momentos de lembrança sobre como era o início desse amor e quando tudo isso se perdeu e se transformou no presente. A canção é muito boa e consegue entregar aquilo que promete, mas sentimos falta de um maior aprofundamento, que faria a canção se tornar melhor ainda. "CARMA" é uma canção sobre o karma de uma maneira desagradável, que atrapalha a vida do cantor. A música é bem simples e peca justamente em não se aprofundar mais novamente. "THE MAN" é uma das canções mais instigantes do projeto, aborda sobre um homem que tenta ser luz e alguém bom para as pessoas a sua volta, alguém que faz a diferença. A composição é interessante e consegue manter o mesmo nível do início ao fim de maneira muito boa, mas um pouco rasa em alguns momentos. "DON'T BLAME ME" encerra o trabalho abordando mais uma vez uma relação que tem erros e problemas, um tema um pouco repetitivo dentro do trabalho. Então, em muitos momentos o trabalho peca justamente por não trazer conceitos e ideias diferentes e originais, se mantendo na mesma base do início ao fim. No geral, "DELICATE" é um trabalho que mostra que Pierre é um artista que pode evoluir muito no quesito lírico e se tornar um grande novato em ascensão se tiver um melhor desenvolvimento, que mesmo com apenas uma capa o trabalho visual é simples mas muito bonito para um trabalho de estreia. Pierre é um nome que devemos ficar de olho e pode fazer sucesso a qualquer momento com suas composições.

The Line Of Best Fit 65
“DELICATE” é o primeiro álbum de Pierre, lançado no fim de abril pela gravadora LESPARDE ENTERTAINMENT. Composto por 10 faixas, ele se inicia em “DELICATE”, faixa que aborda uma paixão intensa do artista por outra pessoa, algo poético e intenso. A letra é interessante, mas por momentos soa muito repetitiva e sem muitos sentimentos. “CRUEL SUMMER” aborda uma relação que já está em ruínas, traçando comparações com o passado, quando o relacionamento estava bom e estável. É uma boa composição, mas peca por não se aprofundar tanto. “MIDNIGHTS” mostra uma química entre duas pessoas e relações mais profundas, com um tom poético e mais simplista ao mesmo tempo. É uma canção que peca, principalmente pela sua repetitividade e pouca substância na sua composição. “MAROON” parece trazer o mesmo que “CRUEL SUMMER”, falando de um relacionamento congelado pela dor e insegurança. É uma faixa muito repetitiva, algo bem negativo. “CARMA” aborda o Karma como algo que prende o artista, e que não o deixa seguir em frente. A faixa, entretanto, não consegue aprofundar tais sentidos. “SWEET” mais uma vez traz algo já visto no disco; um amor que se desfez com o tempo, e que agora só há dor e arrependimento. A composição é boa, mas já é cansativo ouvir de tal assunto aqui. “ANTI-HERO” mostra o artista em um epicentro entre ser o vilão e o oprimido, mostrando partes da sua vida que doeram e que o machucaram. É uma composição mediana, muito marcada por repetições desnecessárias. “QUESTIONS” aborda o mesmo de diversas faixas anteriores, com um amor que se desfez e que é apenas dor agora. A composição também é mediana e muito marcada por repetições e palavras já vistas. “THE MAN” fala sobre um homem que busca ser a luz diante a escuridão, a felicidade acima da dor e o ponto diferente de uma história. A composição é mediana, principalmente por ser muito rasa. “DON'T BLAME ME” finaliza o disco e mostra outra pessoa julgando e “apontando o dedo” para o eu-lírico pelos erros de uma relação. A composição é bem interessante, mas há pontos de superficialidade e repetição vistos. Não há visual para o projeto, além de uma capa mais simples, mas bonita. Em suma, “DELICATE” é um projeto que traz altos e baixos, mas mostra que Pierre pode sim evoluir e trazer composições mais sólidas.