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The Guardian publicou uma avaliação em 11/01/2026: 78
Cherish, artista sul-africana, recém-chegada na indústria, lança “All Hail The Girl”. Um curto Extended Play, o compilado conta apenas com 3 faixas, e nessas 3 faixas a novata constrói um retrato honesto que vai de curiosidades a dilemas juvenis. As 3 faixas passeiam por gêneros como o amapiano, gênero local da artista, afrobeat, R&B e house. “Ammunition” abre o Extended Play. A faixa aborda como a artista exige de forma confiante a transparência em relações casuais. A lírica utilizada é totalmente direta, não tem uso de metáfora, onde Cherish demonstra uma certa arrogância performática para se mostrar como uma garota que sabe o seu valor, uma mulher determinada que impõe limites. Cantando sobre ouvir seu corpo e sentir o grave que os corpos entoam quando se desejam, surge “Listen”. A sul-americana expõe a conexão física como linguagem emocional, onde, quando dois corpos se desejam, não existe a necessidade de diálogo verbal. A lírica aqui também é direta, e novamente a artista se mostra segura de si. Abandonando a persona confiante, na última faixa do projeto, “19”, nos revela a jovem por trás de toda essa confiança. A letra ainda é bastante direta, mas narrativamente mais rica. A jovem sul-africana canta sobre o medo de crescer e outros dilemas que vêm acompanhando esse medo. Aqui, a artista se dedica a se expressar de forma mais poética; ela humaniza tudo que veio antes, expondo que toda a liberdade celebrada nas faixas anteriores também convive com suas dúvidas e a instabilidade criada pelas pressões externas. É um fechamento emocional necessário que eleva muito a narrativa do projeto. Visualmente, o EP entrega ousadia e agrada quem o analisa. Mesmo não conversando diretamente com a narrativa lírica, o visual nos apresenta a identidade visual da artista, e isso soa interessante. Por fim, “All Hail The Girl” é um Extended Play onde Cherish aceita a contradição em ser confiante e insegura. Mesmo não tendo uma lírica totalmente aperfeiçoada nas duas primeiras faixas, ela demonstra personalidade, o que é muito importante para um artista, e em “19” a artista mostra potencial lírico, demonstrando que, se a sul-americana buscar evolução, será um grande nome na indústria.

popmatters publicou uma avaliação em 04/01/2026: 88
Em três faixas, All Hail The Girl de Cherish funciona como uma apresentação da artista para o público, passeando musicalmente por elementos de amapiano, pop, afrobeats, house music e R&B. O EP inicia com "Ammunition" que abre o trabalho com confiança, poder e liberdade emocional, com letra direta e sensual sem soar vulgar, Cherish brinca com a idéia de um relacionamento casual, um dos pontos fortes é o verso 2 onde ela canta que poderia ser ciumenta mas escolhe não ser, apesar de jovem aqui a diva afrobeat mostra maturidade de quem sabe seu valor. "Listen" é a segunda faixa, é uma faixa de sensações, a lírica é bastante visual, fala de luzes baixas, suor, grave pulsando. Diferente da primeira faixa, onde a diva dita regras, aqui ela se entrega ao momento mas ainda assim sem perder o controle da situação. O EP se encerra com "19", que muda totalmente o EP, o ritmo da canção é lento, frases como “muito nova para ter certeza, mas muito velha para sair ilesa” trazem a ideia de um limbo entre estar atrasada e adiantada ao mesmo tempo de forma dolorosa. O refrão é um desabafo que não propõe uma solução e isso é genial, pois aos 19 nada se resolve mesmo. Destaco "19" como a melhor faixa do trabalho. No fim, AHTG é um EP curto que mais do que apresentar a artista, nos deixa curiosos por saber e ouvir mais sobre ela, e se isso acontece é por que o trabalho cumpriu o seu papel.
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