| # | Título | Tipo | Streams | |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Remix | 129,047,386 |
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American Songwriter publicou uma avaliação em 20/04/2026: 85
A sul coreana Suzy retorna para mais uma canção, desta vez, uma remixagem de sua já popular gravação "Elizabeth Was a Dark Queen", que ao lado da estrela de J-Pop Sakura, se torna "Sakura Was a Dark Queen", um K-Rock — Apenas uma maneira de nomear a mistura de K-Pop tradicional com Rock — acerta de uma narrativa ficticinal acerca de um questionamento de Suzy, onde ambas as artistas descorrem da morte e vida de rainhas fictícias, numa cronologia que diverge da certeza de tomada da própria história, com a incerteza das próprias decisões. A introdução da canção é centrada na dúvida, enquanto o eu-lírico se espelha a imagem de Joana D'Arc em seu combate contra os próprios demônios, mas imersa na própria derrota — "Meu reino desabou, e todo o meu passado se perdeu" — que a faz questionar a veracidade de seus pensamentos. No refrão, Suzy assume deixando as amarras de lado momentaneamente para reinvindicar o poder pessoal, assumindo que Sakura, inserida como mais um personagem da história, era uma rainha má. O segundo verso é como um embate entre as duas versões, mas a vitória soa amarga, como uma prisão ao sub consciente. O último verso, sob o comando de Sakura, é reflexivo — Como se ela tivesse acabado de perceber que está viva. Como posso ter um destino? — o questionamento vem acerca do destino e decisões. Sakura Was a Dark Queen é um conto, recheado de um teor sombrio acerca do próprio julgamento do eu-lírico do que soa, ou não, verídico.


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