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Emily Beer escorrega no previsível com seu último álbum de estúdio Romance, que dentre uma idealização comumente utilizada em trabalhos do gênero trás pouca novidade ao cenário proposto ao não fornecer reflexões profundas sobre uma temática já tradicional da indústria pop. Trazendo toques de pessoalidade ao relatar os conflitos de um relacionamento conturbado a cantora perde-se em meio a narrativa ao não trazer maior estruturação lírica ao seu conteúdo, torna-se em dados momentos meramente comercial (o que não é defeito) mas não mostrando todo o potencial que o trabalho poderia desenvolver sob seu objetivo principal. A divisão do álbum em fases é um ponto a ser observado pois torna-se demasiadamente abrupta a mudança do eu lírico ao invés da construção gradual da narrativa empregada, tornando-se brusco a modificação do eu lírico como um todo. O visual é simples, sem grandes destaques, mas possibilita que haja uma identificação que remeta aos trabalhos da cantora, o que se coloca como um ponto positivo dentro os demais quesitos. Emily nos mostra que possuí suas capacidade em ROMANCE, bastando-a explorar mais a fundo tais valências em seu próximo projeto de estúdio, onde abordar temáticas de maior consistência ou buscar um novo objeto de observação afim de produzir de forma mais elaborada e marcando sua própria concepção dentre um gênero que clama por modificações será um diferencial.

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Emily Beer se lança no previsível com seu último álbum de estúdio \"Romance\", que dentre uma idealização comumente utilizada em trabalhos do gênero trás pouca novidade ao cenário proposto ao não propor reflexões profundas sobre uma temática já tradicional da indústria pop. Trazendo toques de pessoalidade ao relatar os conflitos de um relacionamento conturbado a cantora perde-se em meio a narrativa ao não trazer maior estruturação lírica ao seu conteúdo, torna-se em dados momentos meramente comercial (o que não é defeito) mas não mostrando todo o potencial que o trabalho poderia desenvolver sob seu objetivo principal. A divisão do álbum em \"fases\" é um ponto a ser observado pois torna-se demasiadamente abrupta a mudança do eu lírico ao invés da construção gradual da narrativa empregada, tornando-se mais massante como um todo. O visual é simples, sem grandes destaques, mas possibilita que haja uma identificação que remeta aos trabalhos da cantora, o que se coloca como um ponto positivo dentro os demais quesitos. Emily nos mostra que possuí suas capacidade em \"ROMANCE\", bastando-a explorar mais a fundo tais valências em seu próximo projeto de estúdio.

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“Romance” é o primeiro álbum da cantora Emily Beer, após seu conturbado EP, ela traz consigo um projeto confuso novamente. Abordando uma temática já comum e até um tanto genérica, a cantora se propõe a falar sobre um relacionamento que inicialmente é proveitoso e mutuo, mas que ao longo do tempo se torna caótico, há um rompimento e ao fim a temática de superação. O problema não é o conceito em si, mas a forma como ele é apresentado, não há qualquer foco que atraia o ouvinte a querer saber mais da história, o que torna o álbum genérico; existem diversos álbuns lançados com essa mesma temática acerca de um relacionamento catastrófico e sobre como o eu lírico se reconstrói ou se torna mais forte, mas eles possuem seu diferencial no quesito de que a forma como eles apresentam é nova, com referências interessantes ou inovadoras. O lirismo é simples, podemos dizer que houve um certo avanço comparado ao seu EP, mas ainda é tudo muito vago, vazio ou com poucos recursos linguísticos, para alguém que especificou que atingiu o ápice do talento de composição durante a divulgação do projeto, ainda sentimos que muita coisa ainda precisa ser alcançada para que isso aconteça, não há muitos versos construídos de uma forma que sejam classificados como elaborados, mas gostamos de como “Easy” foi apresentada, essa canção possui seu valor e é a melhor do projeto. A produção do álbum é totalmente desconexa, há Dance, R&B, Pop, SynthPop, EDM..Totalmente desorganizado, não há uma linearidade que seja coerente, apesar da narrativa conduzir a sonoridade como mais melancólica ou mais agitada, esperávamos que ela pudesse ser coesa. Os visuais são simples, não há muito o que falar sobre eles porque não há uma complexidade que exija isso, gostamos da escolha de cores mais frias e quentes durante as páginas do encarte, só gostaríamos que ela tivesse optado por todas as páginas coloridas. Mediante o exposto, Emily ainda tem um longo caminho a percorrer, ela conseguiu ultrapassar um degrau em comparação ao seu último EP, apreciamos isso e a parabenizamos, mas ainda existem diversos outros a serem alcançados.

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“Romance” é o primeiro álbum da cantora Emily Beer, após seu conturbado EP, ela traz consigo um projeto confuso novamente. Abordando uma temática já comum e até um tanto genérica, a cantora se propõe a falar sobre um relacionamento que inicialmente é proveitoso e mutuo, mas que ao longo do tempo se torna caótico, há um rompimento e ao fim a temática de superação. O problema não é o conceito em si, mas a forma como ele é apresentado, não há qualquer foco que atraia o ouvinte a querer saber mais da história, o que torna o álbum genérico; existem diversos álbuns lançados com essa mesma temática acerca de um relacionamento catastrófico e sobre como o eu lírico se reconstrói ou se torna mais forte, mas eles possuem seu diferencial no quesito de que a forma como eles apresentam é nova, com referências interessantes ou inovadoras. O lirismo é simples, podemos dizer que houve um certo avanço comparado ao seu EP, mas ainda é tudo muito vago, vazio ou com poucos recursos linguísticos, para alguém que especificou que atingiu o ápice do talento de composição durante a divulgação do projeto, ainda sentimos que muita coisa ainda precisa ser alcançada para que isso aconteça, não há muitos versos construídos de uma forma que sejam classificados como elaborados, mas gostamos de como “Easy” foi apresentada, essa canção possui seu valor e é a melhor do projeto. A produção do álbum é totalmente desconexa, há Dance, R&B, Pop, SynthPop, EDM..Totalmente desorganizado, não há uma linearidade que seja coerente, apesar da narrativa conduzir a sonoridade como mais melancólica ou mais agitada, esperávamos que ela pudesse ser coesa. Os visuais são simples, não há muito o que dissertar sobre eles porque não há uma complexidade que exija isso, é algo simplista demais que poderia ter sido melhor elaborado, mas gostamos da escolha de cores mais frias e quentes durante as páginas do encarte, só gostaríamos que ela tivesse optado por todas as páginas coloridas. Mediante o exposto, Emily ainda tem um longo caminho a percorrer, ela conseguiu ultrapassar um degrau em comparação ao seu último EP, apreciamos isso e a parabenizamos, mas ainda existem diversos outros a serem alcançados.

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“Romance” é o primeiro álbum de Emily Beer, onde a cantora aposta em relatos dos acontecimentos de um relacionamento. A cantora divide álbum em 3 partes, onde podemos identificar o primeiro erro da cantora nesse álbum: seu número de faixas excessivos para contar três histórias diferentes deixam o álbum cansativo, longo, sem conexão sonora e uma verdadeira bagunça. Começando pelos seus instrumentais, o álbum não segue uma linha sonora e não ter conseguido achar sua identidade musical é um dos problemas da cantora. Suas composições podem ser vistas em dois lados; por um lado, elas são conexas com seu o tema proposto em cada parte do álbum, porém tem o mesmo problema do seu trabalho anterior: a profundidade das músicas. Suas composições são rasas e acredita-se que o tempo vai fazer Emily amadurecer suas composições, mas ela ainda não está no seu potencial máximo. Os destaques de músicas interessantes são “Consequences” e “I’m Not The Same”, mesmo podendo serem trabalhadas melhor e tornar-se algo melhor. Seu visual não é elaborado, não tem um fator X que chame a atenção e passa facilmente despercebido entre os lançamentos, sendo mais um erro do trabalho. Emily é uma artista que precisa de amadurecimento e crescimento artístico; onde com composição mais fortes e um visual mais empenhado, possa se tornar alguém capaz de entregar uma grande obra. O necessário é que a artista reflita sobre os erros nos dois trabalhos lançados e tente melhorar no geral.

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Emily Beer entrega à indústria ROMANCE, o seu mais novo álbum de estúdio. Transitando entre batidas pop enérgicas e canções mais calmas puxadas pro soul e r&b, este álbum aparentemente promete uma redenção do último trabalho da artista, Falling In Grace, que não foi tão bem recebido pela crítica em geral. No primeiro contato com a produção visual, percebemos que Emily traz uma abordagem polida e minimalista, dispondo de fotografias misteriosas e etéreas. Apesar de não ser um material desleixado, ele peca em ser envolvente - é difícil ser capturado por essa produção, e a mesma também não tem uma relação sólida com a temática do álbum em geral. A peça toda, como seu próprio título pode sugerir, é sobre diferentes fases de um relacionamento amoroso. Aqui temos uma temática clichê com uma construção que geralmente tende a não dar certo: dividir o álbum em períodos muito demarcados. Infelizmente, Emily confirma a veracidade dessa tendência, e ROMANCE se mostra bastante previsível. Em certos pontos, o álbum empaca e traz uma monotonia extremamente desgastante, como se cada um dos três períodos pudesse ter sido resumido em apenas uma música. Podemos pontuar \'Don\'t Leave Me Alone\', \'I Love You, And You Disappear\' e \'I Will Not Come Back\' como as melhores canções de cada uma dessas fases, pois estas conseguem cativar mais efetivamente o ouvinte. Em síntese, ROMANCE prova que Emily Beer avançou um pouco enquanto artista, mas ainda não atingiu um bom domínio da sua arte. Sendo uma compositora incipiente e com uma produção pouco chamativa, Emily necessita de mais amadurecimento, de modo que possa entregar obras mais concisas e bem estruturadas, trazendo riqueza e substância à sua carreira. APRESENTAÇÃO DO CONCEITO: 55 APLICAÇÃO DO CONCEITO & COESÃO GERAL: 32 PRODUÇÃO LÍRICA: 61 PRODUÇÃO VISUAL (×0,5): 70 NOTA FINAL= TOTAL/3,5: 52 *Pontos Positivos: produção minimamente elaborada; algumas canções interessantes. *Pontos Negativos: excesso de faixas; temática clichê abordada com pouca profundidade; canções demasiadamente longas e/ou desorganizadas (sugerimos colocar indicativos de quais estrofes compõem versos, refrães, pontes, etc).

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Emily Beer ainda parece ter muito caminho a andar até conseguir se achar como artista e principalmente, planejamento. Voltando a indústria após seu conturbado e mediano EP, a novata aposta agora em um álbum divido por partes e apesar de finalmente montar um tema e tentar segui-lo, ainda se encontra perdida na organização de ideias quanto a respeito da obra como um todo, a cantora vem evoluindo sua composição ao longo do tempo e percebe-se que mais tempo e empenho foi posto no trabalho mas apesar disso, não atingiu o esperado e deixou a desejar e Emilly segue entregando músicas infantis, pouco trabalhadas e repetitivas que cansam rapidamente o ouvinte, um ponto interessante nesse trabalho vemos quando se trata de baladas cantora aparentemente consegue se sair muito melhor ao tentar criar músicas mais românticas e lentas, é um ponto a se observar sem dúvidas pois esse é o ponto alto do disco, ênfase em \"Consequence\" mas logo após isso temos novamente repetição do mesmo visto no começo do disco. Visualmente Emilly evoluiu e entregou um trabalho melhor porém ainda peca em apostar em muitos elementos visuais e fontes um pouco exageradas. A cantora ainda tem muito a evoluir, e esperamos que o esforço continue existindo para a entrega de uma grande obra.

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Emily Beer volta ao mercado musical com seu primeiro álbum de estúdio após o seu desastroso EP debut. ROMANCE traz consigo 15 faixas, inteiramente escritas pela própria cantora, as quais navegam pelo Pop/Soul. Inicialmente, conhecemos a cantora Emily Beer através de seu EP de estreia intitulado FALLING IN GRACE. Desde então, em apenas 3 longos e trabalhosos meses, a artista buscou se reinventar e nos trouxe seu atual trabalho, o álbum ROMANCE. O trabalho é dividido em 3 partes de 5 músicas, uma divisão um tanto quanto arriscada, e que que poderia ter sido melhor executada. Após um tortuoso episódio com seu último trabalho, era esperado que a cantora trouxesse um trabalho mais enxuto e desenvolvido, entretanto não é isso que acontece, novamente. A cantora pecou na primeira parte com as canções \"BEAUTIFUL PASSION\" e \"I WANT MORE\" que mesmo combinando com conceito do álbum, são completamente fracas e infantis, com estrofes repetitivas que não acrescentam muito à obra. O mesmo erro acontece no final do disco com \"YOU ARE NOW WITHOUT ANYONE\", entretanto, essa por sua vez se destaca por apresentar potencial em se transformar em uma faixa chiclete e motivacional entre um grupo de amigas. Após o primeiro bloco, temos a segunda parte, um tanto quanto melancólica, e que de longe é a melhor parte do álbum. Em \"IN NOT THE SAME\", \"CONSEQUENCE\" e \"EASY\" a jovem consegue acertar e trazer excelentes baladas. Trazendo faixas extremamente vulneráveis e belas, que mostram o seu real potencial e deixam em aberto uma questão – Não seria melhor ter seguido por esse caminho? Por fim, temos o bloco final, o qual poderia ter sido um ótimo desfecho se não fosse pelas canções \"YOU AND I\" e \"YOUR GAME\" que se tratam do mesmo assunto, com apenas algumas modificações, fazendo com que tudo seja cansativo e repetitivo. Mas que se fossem bem trabalhadas e unidas em uma única track, poderiam ter oferecido um encerramento melhor ao disco. O álbum apresenta um belo e trabalhado visual, mas que remete ao antigo disco da cantora. Não trazendo inovação ou acréscimos. É tudo padronizado com caixas de texto repetitivas, com o fim de se enquadrarem em suas respectivas fotos. Emily poderia ter explorado melhor a estética do disco, tendo em conta que já é seu segundo trabalho. Podemos concluir que sim, Emily Beer teve um salto de evolução desde o seu último disco, mas a pergunta que fica é – Foi suficiente? A cantora ainda precisa desenvolver melhor suas músicas, e analisar cuidadosamente sua tracklist fazendo um filtro melhor de suas músicas. Aguardamos novamente pelo próximo disco de Emily, e que dessa vez a cantora consiga surpreender o seu público.