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O Extended Play de Suzy é uma compilado de canções que apresentam várias abordagens já realizadas pela cantora no decorrer de sua carreira, como o amor e a tristeza, mas apesar das temáticas batidas, o que prejudica o trabalho em aspectos gerais é não possuir um direcionamento específico, tornando-o apenas um compilado de canções que não pretendem construir uma conexão e tornam uma possível temática que poderia existir ruim por tornar faixas mais fora do contexto da maioria as famosas \"fillers\", o que poderia fatalmente ser evitado. Além disso, o trabalho poderia fazer mais menções mesmo que metafóricas aos eclipses no decorrer das músicas, isso foi muito mal explorado. No aspecto lírico, o disco apresenta faixas bem feitas, que envolvem o leitor e que poderiam fazer parte de uma narrativa muito melhor construída. Os pontos altos do trabalho nesse aspecto são \"The Hunt And The Hunter\" e \"Power\". Já no aspecto coesivo, a maioria das faixas estão conectadas por um mesmo eixo temático, menos \"Power\" que é completamente diferente de praticamente toda a proposta que é deixada subentendida. Quanto ao visual, é um trabalho simples, que não se propõe ser muito sofisticado. Todavia, é bem editado. Logo, Suzy tinha uma mina de ouro em suas mãos que foi muito subaproveitada por não ter sido mais desenvolvida. Abordagem temática: 50 Coesão: 60 Conteúdo lírico: 80 (x2) Conteúdo visual: 70 Média: 68

60
Em um material que carente de conteúdo, Suzy lança um material que soa experimental na sua carreira, mas que também não adiciona em nada no mesmo. O EP é iniciado sem uma apresentação formal com a música “The Hunt and The Hunter”, que dentre as músicas do EP, se destaca como um dos melhores em questão de composição, juntamente com “Power”. Destaques negativos na composição ficam com “Show Me” e “Alone” – onde a letra da primeira é vazia e mal aproveitada. Em coesão geral, as músicas não se encaixam juntas e poderiam dar certos como grandes singles para a carreira da cantora, porém no conjunto de obra não dão certo, quando “Power” fala sobre a indústria e é seguida por “Show Me” falando sobre uma noite de amor, acaba causando confusão. Seu visual é fraco, seu encarte é seco e não tem muita informação, onde nem o menos é mais poderia se aplicar. Não sabemos aonde Suzy quis chegar com o lançamento do “Eclipse”, mas esperamos que ela não siga o mesmo caminho para o seu futuro.

68
Suzy lança o EP Eclipse, após a bem sucedida era Dance In The Dark e esperamos que isso não seja uma prévia do que receberemos em seu próximo álbum de estúdio. No geral, o EP parece sem sentido, como se fosse lançado apenas para gerar números para sua carreira. Já que nem mesmo um conceito por trás é apresentado ou no mínimo demonstrado nas canções que o formam. Tudo nele é mediano para bom, no máximo. Não se mostra digno de uma estrela do KPOP como a artista é. No final das contas, o trabalho não é benéfico para a discografia da cantora, se mostrando desnecessário em todos os âmbitos. Suzy sempre se mostrou bem nos quesitos gerais e também consegue emplacar hits, mas aqui não vemos personalidade artística própria. Um dos poucos pontos positivos nele é a parceria com Neferine, que acaba se sobressaindo de todas as outras faixas do trabalho. O visual não é ruim, apenas simples, mas não impressiona. Comparado com trabalhos passados na carreira da artista, talvez esse EP seja um aviso do que ela não deva fazer em próximo disco.

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Suzy lança o EP Eclipse, após a bem sucedida era Dance In The Dark e esperamos que isso não seja uma prévia do que receberemos em seu próximo álbum de estúdio. No geral, o EP parece sem sentido, como se fosse lançado apenas para gerar números para sua carreira. Já que nem mesmo um conceito por trás é apresentado ou no mínimo demonstrado nas canções que o formam. Tudo nele é mediano, não se mostra digno de um estrela do KPOP como a artista é. No final das contas, o trabalho não é benéfico para a discografia da cantora, se mostrando desnecessário em todos os âmbitos. Suzy sempre se mostrou bem nos quesitos gerais e também consegue emplacar hits, mas aqui não vemos personalidade artística própria. Talvez seja um aviso do que ela não deva fazer em próximo disco.

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Após uma grande Era, Suzy retorna com mais um projeto, o EP “Eclipse”. Adentrando em uma sonoridade diferente da anterior, a cantora não aposta em um norte específico para essa obra, optando por ser colocar como protagonista e empoderar a si mesma, assim como falar sobre relacionamentos de uma maneira mais trágica em sua narrativa, quase como uma saga literária; também fala brevemente sobre a relação entre a fama e sobre a confiança nesse meio. É possível acompanhar o lirismo de uma forma mais subjetiva, sempre bem feito e com referências interessantes, a canção que mais gostamos foi a faixa-titulo “Eclipse”, que de uma maneira bem incisiva assume seu papel em dar contorno as 3 primeiras canções do EP. Melodicamente, as duas últimas canções são mais dispersas do contexto geral, elas são mais abrangentes liricamente e possuem uma sonoridade totalmente diferente do que nos chamou a atenção nas canções rock. “Show Me” é a que mais destoa, enquanto as demais faixas eram mais agressivas ela se mostrou totalmente avulsa nesse meio, tendo em suas letras uma conotação sexual que teria maior protagonismo em algum outro projeto, bem como foi falha em fechar a tracklist. Os visuais são simples, limpos e mais soft (até demais); mesmo sem muitas pretensões, gostaríamos de algo melhor elaborado, como a escolha de um shoot específico que combinasse com a temática, com uma escolha única de efeitos, que seria coincidente com a proposta, mas está tudo muito disperso. No geral, Suzy desaponta por não manter seus padrões nesta obra, mesmo com letras interessantes e cheias de referências ela poderia ter traçado um caminho melhor para a virtuosidade de todos os elementos aqui expostos.

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O extended play Eclipse, da cantora Suzy, é um passo mais modesto em sua carreira. Mesmo não fazendo tanto barulho quanto projetos anteriores, ele traz um conteúdo de certo modo interessante. A produção visual do EP é bem simples, sem grandes elementos gráficos, mas possui uma seleção fotográfica coesa a seu favor. \\\'The Hunt And The Hunter\\\', \\\'Power\\\' e sua faixa-título são as melhores canções de Eclipse, que apresenta faixas intimistas mas também sensuais e provocantes. De modo geral, este não é o trabalho mais memorável de Suzy, e nele as intenções da artista não estão bem claras, mas ela não desaponta em qualidade e pavimenta o caminho com expectativas maiores para o seu próximo disco.

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O extended play Eclipse, da cantora Suzy, é um passo mais modesto em sua carreira. Mesmo não fazendo tanto barulho quanto projetos anteriores, ele traz um conteúdo de certo modo interessante. A produção visual do EP é bem simples, sem grandes elementos gráficos, mas possui uma seleção fotográfica coesa a seu favor. \'The Hunt And The Hunter\', \'Power\' e sua faixa-título são as melhores canções de Eclipse, que apresenta faixas intimistas mas também sensuais e provocantes. De modo geral, este não é o trabalho mais memorável de Suzy, e nele as intenções da artista não estão bem claras, mas ela não desaponta em qualidade e pavimenta o caminho com expectativas maiores para o seu próximo disco.

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O extended play Eclipse, da cantora Suzy, é um passo mais modesto em sua carreira. Mesmo não fazendo tanto barulho quanto projetos anteriores, ele traz um conteúdo de certo modo interessante. A produção visual do EP é bem simples, sem grandes elementos gráficos, mas possui uma seleção fotográfica coesa a seu favor. \'The Hunt And The Hunter\', \'Power\' e sua faixa-título são as melhores canções de Eclipse, que apresenta faixas intimistas mas também sensuais e provocantes. De modo geral, este não é o trabalho mais memorável de Suzy, mas não desaponta em qualidade e pavimenta o caminho para o seu próximo disco.