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Novo extended play do astro Guilherme Bhermes, “:) me :( also me” é um projeto curto de quatro faixas que explora os gêneros Pop, Rock e Indie. O EP abre com a divertidíssima \"they say i\'m dramatic, well they\'re right\", que aparenta explorar a percepção de terceiros acerca da personalidade do eu lírico. O refrão é muito bom, os outros versos também, mas alguns poderiam ser sintetizados ou reconstruídos de maneira mais dinâmica e curta, para oferecer maior ritmo e musicalidade à canção, mas frisa-se que isso está longe de ser algo muito grave neste primeiro momento. Em geral, é uma faixa muito legal e de alta qualidade. “It’s my blue fantasy”, a segunda faixa, falha em estar no mesmo nível da anterior. Ela aparenta não só ter uma temática superficial mas também um desenvolvimento bem básico e pouco criativo. Os versos acabam não levando a lugar nenhum na construção lírica, com alguns trechos em específico desnecessários e massivamente prolixos, tornando a faixa maçante. Apesar disso, há um bom desenvolvimento de esquema de rimas, oferecendo uma profundidade maior ao trabalho. \"Question box, I\'m a sucker\" é a penúltima faixa do EP e tem versos bons, mas que não parecem coesos, e sim levemente desconexos. É uma faixa que explora múltiplos lados de um conflito de maneira confusa. Não é necessário ter uma narrativa linear em uma canção, mas é importante apresentar uma coesão temática e lírica. É uma boa composição, mas que poderia ser melhor escrita, principalmente nas pontes entre os versos e talvez o desenvolvimento de uma identidade geral à canção. Por fim, mas não menos importante, temos “Write about it to be okay”, que é muitíssimo boa e agradável, com uma composição realmente pessoal e que explora os sentimentos do eu lírico com maestria, sem parecer confusa e desconexa. Entretanto, a faixa sofre do mesmo problema das anteriores, que é o fato de ser desnecessariamente prolixa e com versos extensos com muita coisa que poderia ser resumida ou sintetizada para tornar mais agradável, dinâmica e poética a leitura. Voltando-se agora para o visual, determina-se que ele tem uma coesão e identidade que mantém-se constante em toda sua extensão. Alguns detalhes, entretanto, poderiam oferecer ao encarte um ar de polidez desejável. As letras, por exemplo, poderiam estar integralmente nas páginas, numa fonte menor e em texto justificado, ou talvez só o refrão distribuído de maneira mais criativa. As fontes dos títulos também poderiam ser de outra estética para causar maior impacto em cada página e provocar destaque. A capa também parece não conversar com o resto do visual, incluindo o encarte. Voltando-se agora para o quesito de coesão, pode-se dizer que ela está presente, com exceção da terceira faixa, que como citado anteriormente, não aparenta ter uma identidade geral, sendo sim desconexa e não-coesa. Entretanto, todas outras sucedem na competência. Falando-se agora da criatividade, é necessário frisar que ela poderia ter sido usada melhor no encarte, que assemelha-se à algo muito genérico e simples, e também na composição das faixas, que está sendo listada aqui não por conta da temática pessoal e recorrente em músicas, mas sim em razão de seu desenvolvimento monótono e desnecessariamente prolixo. Em linhas gerais, “:) me :( also me” é um trabalho agradável com problemas de construção em sua base, mas que não atrapalham o entretenimento e divertimento da obra. || Composição: 30/40 | Visual: 15/25 | Coesão: 16/20 | Criatividade: 5/15 || Nota=30+16+16+5=66.

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Novo extended play do astro Guilherme Bhermes, “:) me :( also me” é um projeto curto de quatro faixas que explora os gêneros Pop, Rock e Indie. O EP abre com a divertidíssima \\\"they say i\\\'m dramatic, well they\\\'re right\\\", que aparenta explorar a percepção de terceiros acerca da personalidade do eu lírico. O refrão é muito bom, os outros versos também, mas alguns poderiam ser sintetizados ou reconstruídos de maneira mais dinâmica e curta, para oferecer maior ritmo e musicalidade à canção, mas frisa-se que isso está longe de ser algo muito grave neste primeiro momento. Em geral, é uma faixa muito legal e de alta qualidade. “It’s my blue fantasy”, a segunda faixa, falha em estar no mesmo nível da anterior. Ela aparenta não só ter uma temática superficial mas também um desenvolvimento bem básico e pouco criativo. Os versos acabam não levando a lugar nenhum na construção lírica, com alguns trechos em específico desnecessários e massivamente prolixos, tornando a faixa maçante. Apesar disso, há um bom desenvolvimento de esquema de rimas, oferecendo uma profundidade maior ao trabalho. \\\"Question box, I\\\'m a sucker\\\" é a penúltima faixa do EP e tem versos bons, mas que não parecem coesos, e sim levemente desconexos. É uma faixa que explora múltiplos lados de um conflito de maneira confusa. Não é necessário ter uma narrativa linear em uma canção, mas é importante apresentar uma coesão temática e lírica. É uma boa composição, mas que poderia ser melhor escrita, principalmente nas pontes entre os versos e talvez o desenvolvimento de uma identidade geral à canção. Por fim, mas não menos importante, temos “Write about it to be okay”, que é muitíssimo boa e agradável, com uma composição realmente pessoal e que explora os sentimentos do eu lírico com maestria, sem parecer confusa e desconexa. Entretanto, a faixa sofre do mesmo problema das anteriores, que é o fato de ser desnecessariamente prolixa e com versos extensos com muita coisa que poderia ser resumida ou sintetizada para tornar mais agradável, dinâmica e poética a leitura. Voltando-se agora para o visual, determina-se que ele tem uma coesão e identidade que mantém-se constante em toda sua extensão. Alguns detalhes, entretanto, poderiam oferecer ao encarte um ar de polidez desejável. As letras, por exemplo, poderiam estar integralmente nas páginas, numa fonte menor e em texto justificado, ou talvez só o refrão distribuído de maneira mais criativa. As fontes dos títulos também poderiam ser de outra estética para causar maior impacto em cada página e provocar destaque. A capa também parece não conversar com o resto do visual, incluindo o encarte. Voltando-se agora para o quesito de coesão, pode-se dizer que ela está presente, com exceção da terceira faixa, que como citado anteriormente, não aparenta ter uma identidade geral, sendo sim desconexa e não-coesa. Entretanto, todas outras sucedem na competência. Falando-se agora da criatividade, é necessário frisar que ela poderia ter sido usada melhor no encarte, que assemelha-se à algo muito genérico e simples, e também na composição das faixas, que está sendo listada aqui não por conta da temática pessoal e recorrente em músicas, mas sim em razão de seu desenvolvimento monótono e desnecessariamente prolixo. Em linhas gerais, “:) me :( also me” é um trabalho agradável com problemas de construção em sua base, mas que não atrapalham o entretenimento e divertimento da obra. || Composição: 30/40 | Visual: 15/25 | Coesão: 16/20 | Criatividade: 8/15 || Nota=30+15+16+8=69.

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Novo extended play do astro Guilherme Bhermes, “:) me :( also me” é um projeto curto de quatro faixas que explora os gêneros Pop, Rock e Indie. O EP abre com a divertidíssima \"they say i\'m dramatic, well they\'re right\", que aparenta explorar a percepção de terceiros acerca da personalidade do eu lírico. O refrão é muito bom, os outros versos também, mas alguns poderiam ser sintetizados ou reconstruídos de maneira mais dinâmica e curta, para oferecer maior ritmo e musicalidade à canção, mas frisa-se que isso está longe de ser algo muito grave neste primeiro momento. Em geral, é uma faixa muito legal e de alta qualidade. “It’s my blue fantasy”, a segunda faixa, falha em estar no mesmo nível da anterior. Ela aparenta não só ter uma temática superficial mas também um desenvolvimento bem básico e pouco criativo. Os versos acabam não levando a lugar nenhum na construção lírica, com alguns trechos em específico desnecessários e massivamente prolixos, tornando a faixa maçante. Apesar disso, há um bom desenvolvimento de esquema de rimas, oferecendo uma profundidade maior ao trabalho. \"Question box, I\'m a sucker\" é a penúltima faixa do EP e tem versos bons, mas que não parecem coesos, e sim levemente desconexos. É uma faixa que explora múltiplos lados de um conflito de maneira confusa. Não é necessário ter uma narrativa linear em uma canção, mas é importante apresentar uma coesão temática e lírica. É uma boa composição, mas que poderia ser melhor escrita, principalmente nas pontes entre os versos e talvez o desenvolvimento de uma identidade geral à canção. Por fim, mas não menos importante, temos “Write about it to be okay”, que é muitíssimo boa e agradável, com uma composição realmente pessoal e que explora os sentimentos do eu lírico com maestria, sem parecer confusa e desconexa. Entretanto, a faixa sofre do mesmo problema das anteriores, que é o fato de ser desnecessariamente prolixa e com versos extensos com muita coisa que poderia ser resumida ou sintetizada para tornar mais agradável, dinâmica e poética a leitura. Voltando-se agora para o visual, determina-se que ele tem uma coesão e identidade que mantém-se constante em toda sua extensão. Alguns detalhes, entretanto, poderiam oferecer ao encarte um ar de polidez desejável. As letras, por exemplo, poderiam estar integralmente nas páginas, numa fonte menor e em texto justificado, ou talvez só o refrão distribuído de maneira mais criativa. As fontes dos títulos também poderiam ser de outra estética para causar maior impacto em cada página e provocar destaque. A capa também parece não conversar com o resto do visual, incluindo o encarte. Voltando-se agora para o quesito de coesão, pode-se dizer que ela está presente, com exceção da terceira faixa, que como citado anteriormente, não aparenta ter uma identidade geral, sendo sim desconexa e não-coesa. Entretanto, todas outras sucedem na competência. Falando-se agora da criatividade, é necessário frisar que ela poderia ter sido usada melhor no encarte, que assemelha-se à algo muito genérico e simples, e também na composição das faixas, que está sendo listada aqui não por conta da temática pessoal e recorrente em músicas, mas sim em razão de seu desenvolvimento monótono e desnecessariamente prolixo. Em linhas gerais, “:) me :( also me” é um trabalho agradável com problemas de construção em sua base, mas que não atrapalham o entretenimento e divertimento da obra. || Composição: 30/40 | Visual: 15/25 | Coesão: 16/20 | Criatividade: 8/15 || Nota=30+16+16+8=69.

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Em seu novo extended play, Guilherme Bhermes expõe os acontecimentos de um dia conturbado em especial, de forma extremamente sentimental em algumas músicas. Seu conceito é voltado a narrativa de um dia em que Bhermes se sentiu mal o suficiente para querer escrever quatro músicas sobre isso, e apesar de não vermos nada novo no decorrer do projeto, também não podemos descartar que falar sobre seus sentimentos de forma crua é difícil, e Bhermes consegue entre quase todas atingir um determinado nível de sentimentalismo. O EP inicia com a faixa ‘they say i’m dramatic, whell they’re right’, soando bastante divertida do seu começo ao fim. Nela, Bhermes explora suas imperfeições e as aceita de uma forma que o auto astral da música permanece diante toda a composição, em junção ao seu instrumental. É uma letra cativante, e feita para sentir melhor consigo mesmo após alguns acontecimentos. Apesar de não ser insanamente profunda em seus sentimentos, ‘its my blue fantasy’ pode ser considerada uma faixa criativa pela forma que se encaixa na música, mas também um pouco clichê. Mas vamos aos fatos: um belo clichê nunca é demais quando é feito da maneira certa, e ‘its my blue fantasy’ não atrapalha, na verdade conversa um pouco com a anterior. Nas seguintes, ‘question box, i’m a sucker’ é uma composição que não impressiona e nem desaponta, fica na linha do ok. Enquanto a final do EP chega, ‘write it to be okay’ é a melhor faixa do álbum. Finalizando a sua história curta, Bhermes demonstra um descarrego de emoções nas faixas, onde podemos sentir a presença do sentimento do cantor em boa parte dos versos cantados pelo artista, onde o mesmo diz que precisou liberar suas emoções para se sentir bem consigo mesmo, demonstrando vulnerabilidade necessária para dar um desfecho. Seu visual tem uma paleta de cores bastante bonita, o azul trás uma beleza em especial para a atmosfera do álbum, onde apesar de um pouco simples, é um pouco ideal para um EP experimental. Por fim, Bhermes apresentou músicas que se conectam entre si em momentos e que demonstram sentimentalismo ao ponto em 99% do projeto, e como um projeto experimental, suas composições manteve o nível dos trabalhos anteriores. Composição: 28 / Visual: 20 / Criatividade: 15 / Coesão: 17