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M4THY – Ao Vivo no Hololounge (Ano 14) Gravado ao vivo em um show intimista e exclusivo no Hololounge, este EP marca um novo momento na trajetória de M4THY. Em um formato despojado (apenas voz e violão), o artista revisita suas canções com novos arranjos, explorando a fragilidade, o afeto e a força contida nos detalhes. No repertório, faixas autorais como “Com-pressão” e “Acho Que Viajei” ganham novas camadas de sentimento, ao lado do cover intenso de “It’s Over”, do artista Gabriel. O destaque fica para “Lua Cheia”, faixa inédita do Debut álbum , que estreia aqui em versão acústica, antecipando o clima místico e sensual do disco.
RadicalMENTE
· 2024
"RadicalMENTE" é o primeiro Extended Play (EP) do artista brasileiro M4THY, lançado de forma independente em 2024 (Ano 13). Com sete faixas escritas e produzidas pelo próprio cantor, o projeto mergulha em uma sonoridade vibrante e contemporânea, fundindo pop, afrobeat e hip-hop em uma atmosfera dançante e carregada de emoção. Ao longo do EP, é explorado dilemas universais como amor, desejo, decepções, sexo, confusão mental e tristeza, construindo um cenário onde ritmo e vulnerabilidade coexistem. As letras carregam uma densidade emocional que transforma a pista de dança em um espaço de catarse e reflexão íntima, onde o corpo se move, mas a mente questiona. Faixa a Faixa: 1. Com-pressão Com batidas quentes de afrobeat e funk carioca, “Com-pressão” mergulha no calor de uma paixão que consome corpo e mente. O eu lírico vive o turbilhão de uma conexão magnética e carnal, onde encontros noturnos, toques e batidas marcam um amor pulsante e efêmero. Cada verso traduz a tensão e o alívio de um desejo que explode ao som da música. 2. Os-2-lados Misturando afrobeat, rap e pop, essa faixa traduz as contradições de um relacionamento intenso. Entre o desejo e a liberdade, o eu lírico decide romper o ciclo da dor: “Eu não vou mais sofrer, eu não vou mais chorar”. A batida acompanha o conflito interno de quem oscila entre seguir em frente e se perder nas memórias de um amor profundo e complicado. 3. Serasse? Com base no afrobeat e pop, “Serasse?” é uma reflexão dançante sobre as incertezas de um romance. A letra questiona: “Será que era amor ou só um passa-tempo?”, navegando por dúvidas e ilusões enquanto a energia contagiante da música contrasta com a introspecção do eu lírico. 4. Perdição Pagodão baiano e pop se encontram nessa faixa que transborda desejo e solidão. Mesmo cercado por uma multidão, o eu lírico só enxerga uma pessoa: “A pista está cheia, mas só vejo você”. É uma dança entre a busca por liberdade emocional e a inevitável atração por quem nos deixa vulneráveis. 5. mente-Engana Com uma sonoridade que mistura hip-hop e afrobeat, essa faixa é um grito de libertação. Após enganos e manipulações, o eu lírico se fortalece e enfrenta quem o feriu: “Você mente, engana, mas perdeu a vantagem”. A música acompanha essa virada emocional, transformando a dor em empoderamento e superação. 6. MyLove Entre luz e sombra, essa faixa pop-afrobeat revela o fim doloroso de uma relação intensa. A repetição de “MyLove acabou, me sinto sem som na escuridão” ecoa a solidão que permanece quando o amor termina. O ritmo vibrante contrasta com a melancolia da letra, criando um equilíbrio entre vulnerabilidade e energia. 7. Lagoa-Negra Encerrando o EP, “Lagoa-Negra” cria uma atmosfera mística e sensual. Com imagens poéticas como “Velas negras e vermelhas iluminam meu desejo”, a faixa mergulha em um amor ritualístico e intenso, onde o caos e a sedução se encontram. É o fechamento perfeito para um projeto que celebra as contradições da mente e do coração.
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