Neste EP com 3 músicas inéditas e acústicas da era Scars, Dylan Mellet relembra dos seus primeiros passos na indústria e dos sentimentos daquela época. Nas palavras do artista: “É realmente importante para mim, porque essas emoções continuam vivas, mas de formas diferentes. Cantar músicas de tantos anos atrás e perceber que eu ainda sinto coisas parecidas, mas que tenho lidado com elas de maneiras distintas… Acredito que é aí que mora a evolução. Faz parte de um processo de cura. Esse álbum (e, sendo sincero, todos os outros) fazem parte de uma jornada onde eu precisava tratar feridas muito específicas. É interessante como eu falo sobre família, sobre a música, sobre o amor, e por muito tempo eu distanciei o olhar, eu procurei alvos, eu procurei faces para imaginar enquanto eu cantava cada uma dessas palavras como se eles tivessem culpa de eu ser daquele determinado jeito, sendo que, no fim, o único rosto que eu realmente enxergava nessas horas era o meu. Porque nasce e floresce aqui dentro. E foi reconhecendo estas dores que eu aprendi a fechar muitas feridas. Ao mesmo tempo, é bem destrutivo. É abraçar a criança que sentia as coisas dessa maneira. Eu era novo demais pra sentir tanta angústia. Essa é a minha forma de me acolher.”