#8. Walk of No Return
Sobre: “Como em ‘Amaryllis’ e ‘In the Springtime of a Voodoo’, era visível um amor em muita indecisão e desconfiança. Em ‘Walk of No Return’, eu só percebi que isso já era inviável de todos os modos. E isso me machuca.
Eu não acho que nada disso tenha uma “culpa singular”, ou seja, apenas um causou isso ao outro e outro lado apenas sofreu o impacto. Foi uma construção, os dois se machucaram de formas diferentes, e em certo ponto isso tornou a relação insustentável.
Aqui, eu deixo claro ao ouvinte todo o meu desejo para que tudo fosse diferente, e mostro que o fim me trouxe danos que eu tento, a cada dia, consertar e perdoar. É a canção mais curta do disco, mas ao mesmo tempo sintetiza pensamentos e pensamentos infinitos que escrevi nos meus cadernos por mais ou menos 2 anos. Então eu diria que eu sempre soube como isso acabaria…”
| # | Título | Tipo | Streams | |
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| 1 | Track | 65,229,345 |