
85
Com o retorno a música eletrônica, Kaleb lança mais um trabalho bem executado e belo. Com um início dinâmico, que retrata temas polêmicos, o álbum começa a se construir e a ganhar forma, e nas suas cinco últimas faixas atinge seu ápice, tendo composições mais profundas e complexas, sem perder a essência do disco. Seu visual é belo, com shoots super agradáveis e escritas lindas, que além de manterem coerência, nos trás toda uma emoção necessária para completar o trabalho, sua versão vinil é simples e rústica, enquanto sua versão usual é linda e bem trabalhada. Seu grande destaque é "Guilty", a sétima faixa do álbum, que vem logo após a interlude, e trás todo o aspecto melancólico que é super bem-vindo, e que torna tudo mais especial. Em sumo, o conjunto de faixas é muito positivo, tudo bem polido com instrumentais igualmente bons, porém aqui não temos todo o talento de Kaleb, visto que seus primeiros álbuns são muito mais inovadores e perfeitos que este, esperamos que o cantor volte a suas origens e nos entregue mais uma obra digna de vencer AOTY no GRAMMYs, como 'Vagaries'.

87
Sanctuary é o mais novo álbum do multi-platinado e multi-premiado, Kaleb. Nos levando a outro patamar melódico, o artista retorna a indústria fonográfica com grande impacto musical. Nos trazendo diversas referências religiosas, o álbum possui uma vasta quantidade de temáticas que se interligam ao longo das 11 faixas. De fato, o título pode nos trazer lembranças simbólicas ligadas a religião, porém o ponto central, como por exemplo foi explícito na letra da canção “Sanctuary”, pode nos remeter as sensações intrínsecas como o sexo e os sentimentos associados a ele em nossa canção favorita “Moonlight”, além da sensação de solidão expressa nas letras de “Eternal Night”.A produção é próxima a perfeição! Através de arranjos SynthPop e Alternativos fica claro que ele é uma das nossas apostas nas premiações vindouras. O encarte foi bem trabalhado, a ambientação foi crucial para reforçar o foco do projeto. Em suma, o cantor retornou brilhantemente e em meio a uma indústria cada vez mais competitiva nós temos a plena certeza que este álbum é um dos maiores destaques em quesito qualidade.
89
Após o multi-premiado "Vagaries" que predomina o gênero Rock, Kaleb retorna ao Electronic, ritmo que o fez ser um dos maiores artistas do Famou$. O cantor entra no embalo de um assunto que está em alta na indústria: religião e sexualidade. Ultimamente esse assunto tem-se tornado mais frequente e os artistas começaram a se expressar sobre elas em suas músicas (mesmo que sem ter ele como conceito principal de suas obras) e o que vemos aqui não é diferente dos outros trabalhos. Quando se trata de Kaleb, sabemos que teremos composições de ótima qualidade e com "Sanctuary", o astro confirma que independente do gênero musical, ele irá entregar músicas bem escritas e com uma força lírica perfeita. Em sua história, Kaleb tenta introduzir um enredo melancólico e triste na descoberta sobre a vida e sobre a sociedade. Suas canções retratam amor na escuridão da tristeza, momentos de felicidade encontradas na dependência e a busca de fazer si mesmo o seu santuário. Todas as 11 tracks são muito boas e com ótimos propósitos, as que mais se destacam são "guilty", "eternal night", "sanctuary", "in the dark", "slow apocalypse" e "next move" parceria com Profound, os maiores compositores da música. Com ótimas composções dentro de um conceito bem executado, o visual de "Sanctuary" é tão interessante e fascinante como todo o resto do álbum, concentrado no preto e que se movimenta entre tons frios e quentes, montando um visual simples mas bem executado. Kaleb retorna ao dance da melhor forma: traz ótimas baladas para que os apaixonados se envolvam nas boates e que os amantes de música alternativa se sintam contemplados com esse álbum que é forte concorrente nas premiações musicais. Conceito: 86 | Composição: 95 | Visual: 86
83
Apostando em um forte visual e em um estilo eletrônico, Kaleb volta para a indústria fonográfica com Sanctuary, seu quarto álbum de estúdio. Entregando-nos uma qualidade já esperada do artista, ele aborda temas que possuem uma certa recorrência em diversas músicas. O diferencial, neste caso, é a qualidade em que são desenvolvidas e trabalhadas sob um conceito que casa com o artista. Kaleb soube trabalhar sua volta a indústria de forma que os antigos fãs continuassem mantendo seu amor, e que novos fãs começassem a acompanhar esta brilhante carreira. Remetendo-se às Bíblias escritas a mão na Idade Média, o encarte entrega o necessário para chamar a atenção para as músicas muito bem compostas sobre instrumentais eletrônicas. É surreal o modo em que esse álbum, por mais que aborde temas já recorrentes, continue nos prendendo a atenção. Um ponto negativo a ser levantado é o vão de qualidade entre o encarte e as letras. Não estamos chamando as composições de ruins, e sim, de fracas, ao colocarmos junto ao encarte. Ao lado de um visual impecável e frio, as composições aquecidas de Kaleb acabam sendo, de certa forma, ofuscadas. O artista já entende como a indústria funciona e sabemos que esses erros acontecem até mesmo em artistas de grande nome como ele. Aguardamos ansiosos o próximo trabalho espetacular que Kaleb irá nos entregar.

78
Kaleb lança seu mais novo álbum intitulado de "Sanctuary". Em seu mais novo trabalho o cantor fala sobre sua melancolia e sobre seus amores, um conceito clichê e muito usado nos dias de hoje. Kaleb retorna com um conceito clichê, e com musicas que relatam seu coração destruído por causa de relacionamentos tóxicos, as composições em si são boas porém temos alguns pontos questionáveis nas mesmas, Kaleb fica um pouco na mesmice dramática de músicas melancólicas com o mesmo assunto. Em seu visual o cantor inova em poucas coisas, porém sua fotografia se sobressai em cima de tudo, as mesmas são perfeitas e acabaram se encaixando nesse tema clichê, podemos dizer que esse é o melhor visual do cantor, mesmo ele trazendo quase a mesma coisa em todos os trabalhos que ele lança "Sanctuary" é um bom álbum, porém o cantor não inovou em quase nada e isso preocupa um pouco, porque se o mesmo lançar quase a mesma coisa sempre, acaba ficando tedioso acompanhar a carreira do artista. Esperamos que Kaleb se reinvente e traga algo totalmente diferente de tudo que ele fez, que ele se jogue sem medo em novos temas e novos visuais, sabemos que o cantor tem a capacidade de evoluir e se reinventar, porém parece que ele só quer ficar na mesmice de sempre, ou o cantor mude de estratégia ou ele continuará lançando trabalhos iguais e tediosos.

82
Amor, sexo, drogas, melancolia e estranhamente a cor azul é o que podemos observar em "Sanctuary" que marca o retorno de Kaleb a indústria e ao gênero eletronico. O cantor esta de volta e com composições que demonstram um coração de certa forma machucado e com histórias dramaticas sobre relacionamentos, o que podemos pontuar aqui é que as composições são muito boas e passam exatamente o que o cantor se propõe e até mais como por exemplo em "Eternal Night" onde parece se ver um deslumbre de um cenário destruido e apocalíptico onde até o ar se tornou tóxico, mas que também da pra se observar uma certa repetição de palavras e uma repetição da mesma coisa em canções que parecem querer entregar algo diferente, o que o torna um pouco maçante de ser lido, a palavra "azul" é algo que aparece muito em suas letras também e apesar de parecer ter um conceito por trás não fica tão claro assim qual a intenção do cantor com isso. No visual Kaleb sempre entrega algo muito bem feito e planejado e não foi diferente dessa vez, o visual de "Sanctuary" expressa bem o que o cantor se propõe e o que ele passa nas músicas que é um local frio meio apocalíptico e um ar de escuridão e melancolia o tempo todo. "Sanctuary" tem seus pontos questionaveis nas composições mas que não ofuscam a grandeza de um ótimo álbum que está entregue para o público apreciar.