| # | Título | Tipo | Streams | |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Single Oficial | 885,334,952 |

Billboard Magazine publicou uma avaliação em 23/11/2025: 80
Em "Sorry, My Calling Isn’t The Church", Song Hyun-woo desmonta a santidade das expectativas familiares e transforma dúvida em devoção, não à religião, mas à autenticidade, o sul-coreano Song Hyun-woo mistura o calor do pop country com uma melancolia cinematográfica que lembra um pôr do sol visto através de vitrais rachados, bonito, mas desconfortável. O artista canta sobre uma crise de pertencimento espiritual sem ressentimento, há gratidão, ternura e um senso de libertação que se faz presente em cada verso, “Meu pai diz que é meu papel / Que tá no sangue, é natural / Mas eu não posso fingir um fogo que não queima real”, esse verso resume o conflito central, a herança espiritual como um fardo herdado e o desejo de reescrever o próprio evangelho. A força de Hyun-woo está em sua vulnerabilidade calculada, ele não rejeita a religião, apenas se recusa a ser moldado por ela, o refrão “Juro que amo o lugar, mas me sinto meio pequeno” reflete uma geração que aprendeu a agradecer pelos alicerces, mas que sonha em reconstruir a casa à sua maneira. Visualmente, reforça a narrativa de desconstrução, essa estética de ruína e renascimento, a capa o mostra diante de uma igreja em decadência, vestido de preto, segurando um bastão, essa escolha estética amplia a sensação de que estamos ouvindo uma confissão. No fim, "Sorry, My Calling Isn’t The Church" é mais do que uma canção sobre fé, é sobre coragem, a coragem de dizer “não” ao destino traçado e, ainda assim, continuar rezando.