"Copycat Killer", segundo single do álbum Kiss Me Until I Bleed, nos leva a um grande drama assustador. Violet Turner traz em versos obsessivos um certo comportamento de stalker.
A forma que a britânica aborda a musica é interessante, o tom lírico exprime um desejo obscuro que torna a ambientação musical sombria e misteriosa, Nos dois primeiros versos da canção, Violet demonstra o quanto observa e deseja a sua "vitima". Sendo o verso 2 um grande positivo até aqui, ele chega a nos divertir com as Metáforas interessantes e adolescentes para revelar mais uma pouco da sua fixação.
O refrão e o pós refrão adicionam vigor a canção. Utilizando versos que beiram a violência e a sensualidade como "Por que não me arranhar, me fazer sangrar?", a artista de apenas 21 anos mostra como se faz uma ótima canção SoftRock influenciada pelo pop.
O verso 3 e 4 completam a narrativa criada por Turner, destacando o verso 3 onde a artista releva como se esforça para se tornar prioridade na vida do seu amado, buscando faze-lo desistir da sua atual namorada. Liricamente esse verso é um dos pontos chaves para conectar o ouvinte nesta produção, quem nunca se encontrou nessa situação? A artista demonstra como tem habilitada para entregar um grande hit, não é atoa que a canção chegou a figurar o top5 do Top #100 Singles.
Com produção visual assinada pela Penelope, a identidade visual da canção combina o sinistro com o sexy, exprimindo o que a identidade musical pede. Acrescentando muito ao conceito e ambientação do single
Em resumo, "Copycat Killer" é uma aposta ousada e deliciosa para dominar as paradas musicais dos próximos meses com grande chances de levar vários troféus nas futuras premiações.