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VOGUE publicou uma avaliação em 01/03/2026: 86
Em "ST★R", acompanhamos um Alex Fleming mais descontraído, mais experimental e mais experiente. O projeto é um abraço agradável na bagunça, uma mistura de nostalgia e futuro. O projeto é um álbum ponte, com a pretensão de ligar duas eras musicais, a anterior e a próxima. Nesse trabalho, Alex se entrega tanto a gêneros já conhecidos em sua discografia quanto a novas experimentações. O projeto se inicia com "Dancefloor", uma canção sobre as expectativas que Alex sente que são projetadas em seus trabalhos. A faixa é um pop dance agradável e uma ótima introdução para o álbum. Não é a melhor música do projeto, mas é muito interessante, principalmente pelo refrão, que é totalmente a cara de Alex Fleming. Seguimos com "Call Me Tonight", que traz um toque agridoce ao álbum. É uma canção sexy sobre um flerte que Alex tenta levar para a intimidade. A composição é boa, porém não mantém o mesmo nível de escrita explosiva da faixa anterior. Na tracklist, ela parece perdida. Não é forte o suficiente para ocupar a segunda posição do álbum. Se estivesse mais à frente no projeto, se encaixaria melhor e seria mais bem aproveitada. Não segue a mesma essência da anterior. Não é uma canção ruim, mas não encaixa totalmente. "Losing You in the Crowd" é um dos grandes destaques do álbum. A faixa mistura disco com elementos pop e é uma das mais bem escritas do projeto. O refrão merece destaque, pois é muito bem construído e sincero, sendo uma das melhores partes do trabalho. Chegamos a "Finding My Way", uma das canções mais bem escritas do álbum, e a "Ecstasy". As duas se complementam. Ambas falam sobre decepção, mas uma foca mais na situação em si, enquanto a outra mergulha no sentimento de amargura. São diferentes, mas funcionam juntas. "Plain Sight" é uma canção sobre revisitar o passado e lidar com uma certa decepção em relação ao futuro. É uma ótima peça na tracklist. A escrita, sinceramente melancólica, é um dos maiores acertos da faixa. Seguimos com "If We Both Could Try", uma música com uma história bem centrada, um bom momento no álbum. Ainda assim, parece faltar algo, talvez uma ponte mais marcante. Mesmo assim, a canção entrega bons momentos ao longo da composição. Chegamos à oitava faixa do álbum, "Blow Me (A Kiss)", uma canção doce. A composição é debochada e sincera, abrindo espaço para Alex destrinchar comentários e atitudes de alguém que não tem motivos suficientes para odiá-lo. É uma das faixas com melhor escrita no projeto. Simples, polida e direta, e esse é justamente seu maior acerto. As participações do projeto ficam para o final. Alex divide os vocais em três das quatro últimas canções com Amelie, Rubia, Violet Turner e Penelope. A primeira dessa sequência é "misbehavior", ao lado de Amelie, uma faixa apenas ok em comparação às demais. Não é a melhor e acaba ficando apagada perto das outras, mas também não é ruim. Em seguida, temos "Language", ao lado de Rubia, uma faixa divertida, mas que não se aprofunda tanto em sua narrativa. "FUCKST★R" é a penúltima e um dos grandes destaques do álbum. Bem escrita e explosiva, é perfeitamente viciante. O álbum é finalizado com a última faixa, ao lado de Violet Turner e Penelope, uma canção bastante hollywoodiana. A composição evoca uma história de amargura com imagens de pérolas e diamantes, sendo a melhor faixa do álbum e a mais bem escrita. O trio leva o teatral ao extremo, quase como uma versão pop de uma das músicas do filme Cabaret. É doce como um pêssego. Em resumo, o projeto tem seus momentos baixos, mas até eles mantêm um nível interessante. Falar sobre a própria vida nunca é fácil, principalmente quando nem todos estão dispostos a considerar o autor. "ST★R" é corajoso, nostálgico e futurista. Se Alex Fleming reunir tudo o que deu certo neste projeto e ampliar esses acertos, seu próximo álbum pode ser o melhor da carreira.

Los Angeles Time publicou uma avaliação em 01/02/2026: 90
Alex Fleming retoma com STAR, um compilado de 12 faixas que passeiam por gêneros como pop, dance e R&B e nos narra a fuga do argentino de uma prisão pessoal e também criativa que marcou sua era anterior a “Tenderness Fade”, onde, nessa fuga, ele vai se reconstruindo em meio a perdas, amores frustrados e também frustrações profissionais. Alex Fleming nos entrega uma lírica audaciosa em seu novo projeto, que alterna entre o cru e o poético, nos dando momentos onde temos uma lírica mais direta e outros momentos mais metafóricos. Onde, a cada faixa, vemos o argentino nos entregar coragem e momentos performáticos, onde em cada canção ele expõe uma faceta diferente de sua persona artística. As 12 faixas fazem o ouvinte caminhar por um arco completo de libertação e reinvenção, e as colaborações elevam e agregam a narrativa de forma grandiosa, finalizando em um final poético, onde o artista deixa espaço para a continuidade do seu universo musical. Os destaques musicais do projeto são “Losing You in the Crowdfunding”, “Plain Sight”, “Misbehavior (With Amelie)” e “Fugitive”. O visual do álbum, assinado por Penélope, é bem polido e bonito, com elementos que contam a história narrativa e criativa que Alex canta em sua narrativa lírica. Enfim, “STAR” é um álbum ambicioso, que tem momentos de grande brilho e algumas faixas que abrem espaço para melhorias, mas que não tiram a grandiosidade do compilado. Fleming demonstra maturidade e entrega ao seu ouvinte experiências pessoais em um interessante universo musical próprio. O argentino merece reconhecimento por total dedicação e ousadia em seu novo projeto.

AllMusic publicou uma avaliação em 25/01/2026: 86
Lançado em 15 de Janeiro de 2026, Alex Fleming retorna como nunca aos holofotes da indústria com seu quinto álbum de estúdio. ST★R (STAR) é um álbum sobre seguir em frente mesmo quando ainda dói. Desde o prólogo, a ideia de fuga aparece como algo necessário, não como fraqueza. A pista de dança vira refúgio, palco e terapia ao mesmo tempo. É ali que o disco acontece, entre o desejo de esquecer e a vontade de se provar. Fleming aposta forte no pop dançante, com synths inspirados nos anos 70 e 80, batidas contínuas e uma estrutura pensada para não quebrar o clima. O formato non-stop funciona bem, porque dá a sensação de que o álbum é uma única noite, sem pausas para respirar. Você entra e só sai no final. As letras alternam bem entre vulnerabilidade e provocação. Em músicas como “Losing You in the Crowd” e “Finding My Way”, ele fala de relações mal resolvidas, ciúmes, rejeição e daquele sentimento estranho de se perder enquanto tenta seguir em frente. Já faixas como “FUCKST★R”, “Misbehavior” com Amelie e “Blow Me (A Kiss)” assumem um tom mais debochado, quase defensivo, usando sexo, exposição e ironia como armadura. Esse contraste é um dos pontos fortes do disco, porque impede que ele fique emocionalmente pesado demais. As parcerias aparecem na medida certa. “Language”, com Rubia, transforma o corpo em linguagem principal, deixando claro que nem tudo precisa ser explicado, e aqui, ambos os intérpretes fazem um excelente trabalho. “Fugitive”, com a sensação do alternativo Violet Turner e a renomada popstar Penelope, que fecha o álbum, amarra bem o conceito, trazendo a ideia de mudança constante, de não se deixar capturar por rótulos, expectativas ou versões antigas de si mesmo. Nem tudo é perfeito. Algumas ideias se repetem ao longo do álbum e certas letras poderiam ser mais econômicas. Ainda assim, isso não chega a comprometer a experiência. STAR é consistente, bem produzido e sabe exatamente o que quer ser. Não tenta reinventar o pop, mas também não soa genérico. No fim, é um disco sobre crescer, errar, se expor e continuar dançando mesmo assim. Visualmente assinado por Penelope, essa parceria que perdurou além da faixa de encerramento, STAR é visualmente agradável, diferente dos demais projetos de Alex, é refrescante e colorido na medida certa, seguindo a mesmo tom do álbum como um todo, fazendo como se tudo fosse um pacote muito bem amarrado quando falamos sobre os níveis de qualidade. Não é inovador, porém não é desagradável e muito menos decepcionante. Alex Fleming entrega aqui um trabalho mais seguro, mais claro e mais confortável dentro de sua própria pista de dança. Não estamos pisando em um terreno desconhecido de Alex, STAR pode não ser revolucionário, mas é honesto, envolvente e fácil de voltar a ouvir.
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