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Em seu primeiro álbum de estúdio, Tiffany vai de uma artista que parecia promissora, para uma decepção em andamento. Normalmente, artistas tentam demonstrar todo o seu potencial em seu primeiro material de estúdio, tentam pensar fora da caixa e tentar se destacar pelo mesmo, seja em composição, conceito e visual; porém esse não foi o caso de Tiffany. A artista replicou um álbum já existente, tanto em conceito e ideias, mas também em seu visual, e isso é bastante frustrante em um geral, já que parecia tão promissora nos seus trabalhos anteriores. Começando pelas suas composições, temos ‘My Favorite’, que é uma boa introdução, transmite uma calmaria e paz pelos seus versos e se conecta com seu instrumental. Em seguida, temos ‘roads that someone could never walk’, que apesar de dar uma sensação de ‘eu já li isso antes’, pelo fato de ter sido composto em cima da música do instrumental, é uma boa composição que conta uma boa história. ‘Winter’ não é uma faixa ruim, mas remete bastante à ‘exile’ de Taylor Swift. ‘Moments’ é a melhor faixa do álbum, contém emoção necessária para tentar tirar um pouco de verdade desse álbum, e a simplicidade dos versos é importante. A sequência ‘30%’, ‘A Place for Me’, ‘Hieroglyph’ e Sad Pacient’ são faixas fracas, não mantém a qualidade das primeiras. ‘September Rain’, diferente das outras, contém uma boa letra, se destacado entre as citadas. O maior problema do álbum aqui, além da falta de criatividade da parte da cantora, é que o álbum vai esfriando ao decorrer as músicas e isso é um erro grave. Seu visual não tem um fator X, algo que chame atenção ou algo de fato tenha sido trabalhado além de colocar as letras por cima de fotos já existentes, o que não é grande erro, mas também não é algo que faça o álbum brilhar para compensar os outros erros. Ao todo, suas composições não são ruins, e vemos um esforço da cantora ao tentar compor diversas faixas, mas acreditamos que nesse álbum não tem nem um dedo da alma da cantora. Entre as faixas, o conceito e o visual, é notável que o álbum não mostrar o que Tiffany é como artista e nem o que esperar dos próximos trabalhos, soa como um fã tentando demonstrar seu amor incondicional por um artista já existente, lançando praticamente uma réplica do seu trabalho. Esperemos que em um outro lançamento, Tiffany demostre mais de si mesma e menos do ‘inside my outside’. Composições: 18 / Criatividade: 2 / Coesão: 18 / Visual: 13

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Pegando todos os fãs de surpresa, a cantora Tiffany finalmente lançou seu primeiro álbum de estúdio, o “inside my outside”. O álbum como um todo soa como um bom debut, e funciona perfeitamente entre as mudanças de faixa e está em perfeita harmonia entre suas músicas. Embora, tenhamos grandes composições presentes aqui, duas delas devem ser citadas como plágio de canções originais de Taylor Swift, sendo as canções “roads that someone could never walk” e “winter”. Embora, também notamos outras canções excelentes que são de autoria da cantora, como “my favorite” e “moments”, as favoritas do disco. Conforme avançamos na reprodução do disco, percebemos que mesmo contendo conteúdo não autoral, ele segue uma linha tênue e não peca em momento algum na apresentação de suas letras. Porém, vale ressaltar também que isso se torna problemático ao avaliar a criatividade desenvolvida no projeto, visto que a artista não trouxe nada novo para sua discografia, e sim apenas se inspirou em trabalhos originais. Ainda mencionamos o visual como algo nada desenvolvido. A sua semelhança a versão de Taylor Swift é algo gigantesco. Sem muitas palavras, esperamos que em seu próximo projeto de estúdio, Tiffany traga algo inovador e único para sua carreira. Nós vimos a sua capacidade de composição e não negamos, ela tem muito capacidade de trazer algo excelente em um álbum e, mesmo “inside my outside” sendo bom, ele acaba perdendo sua essência após tantas semelhanças com “folklore” e, esse é o único erro aqui. COMPOSIÇÃO: 20 / COESÃO: 20 / CRIATIVIDADE: 08 / VISUAL: 0

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Após um longo período de espera, Tiffany, de maneira surpreendente entrega ao público o seu primeiro trabalho de estúdio, inside my outside. O disco com 9 faixas pode ser tudo o que sua imaginação o levar a descreve-lo, mas certamente ORIGINAL não será a palavra usada. O trabalho todo é inspirado no disco “folklore” de Taylor Swift. O que é lamentável! Reconhecemos de longe o talento e potencial da cantora, e concluímos que ela não precisava se apoiar em projetos já existentes para fazer o seu próprio. As composições do disco andam na linha tênue do plágio, inspiração e manuscritos. Às faixas roads that someone could & winter, soam descadaramente iguais às faixas The Last Great American Dynasty e Exile consecutivamente. Essas canções seguem a mesma estrutura e narrativa de suas versões originais, Tifanny apenas mudou os nomes dos personagens aqui presentes e deu uma outra alusão a música já existentes. Tendo assim suas notas cortadas pela metade. As outras faixas do álbum, também soam iguais a outras faixas do folklore, só que em menor escala. A cantora deu outros significados e remodelou faixas inteiras para que se adequassem em seu próprio universo no inside my outside. Mas queremos destacar as faixas my favorite, september rain &30%. A sua estética não possui nada de original, o álbum segue os mesmos photoshoots usados nas 8 versões do disco “folklore”. Tifanny apenas colocou o título de “suas” composições por cima do que já estava pronto. Concretizando-se assim um plágio total. A cantora usou a mesma capa, contracapa e shoots usados no disco de Taylor. Outra vez lamentamos o plágio aqui presente, e não existe desculpas ou segundas interpretações para justificar a cópia e cola de um álbum já existente em off, Tiffany peca em sua própria ambição. Aguardamos os próximos passos da cantora, e que desta vez ela caminhe com suas próprias pernas. COMPOSIÇÃO: 22 /visual: 1/ coesão:20/ criatividade: 10/

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De surpresa, Tiffany lança seu primeiro álbum de estúdio, que pode ser considerado um tanto quanto controverso. “inside my outside” ao mesmo tempo que traz composições de alto padrão, serve um visual bonito, mas sem nenhuma novidade, visto que não é nenhuma inspiração no recém-lançado álbum, “folklore” de Taylor Swift, e sim na verdade, uma cópia descarada. Talvez Tiffany tenha a intenção de fazer uma homenagem a artista, mas não deixou claro isso em nenhum momento, portando, o visual como um todo pode ser considerado um plagio, um dos piores vistos no FAMOU$ em muito tempo. Tiffany pouco se preocupou em estilizar o photoshoot já conhecido, deixando um pouco mais original, aqui tudo é cru como Taylor fez. Felizmente o álbum não é totalmente ruim ou plagiado, visto que suas composições são ótimas por inteiro, todas são de alto padrão, são singelas e remetem o conceito simplista do álbum. Aqui, Tiffany mostra que não é preciso escrever versos super trabalhados para construir boas músicas. Um bom exemplo disso é “roads that someone could never walk” quinta faixa do projeto, que apresenta a história de uma personagem interessante, e instiga o ouvinte a querer saber mais e mais, mesmo com uma letra curta e que busca não exagerar nas palavras. Infelizmente Tiffany não deu continuidade a este alter-ego neste álbum, esperamos que continue a história de ‘Katy’ em projetos futuros. Mas o álbum apresenta outros aspectos bastante interessantes em suas composições, que, diferente do visual, são muito criativas. Tiffany acertou em cheio neste detalhe, soube dar uma roupagem original ao projeto como um todo. A sonoridade combina bastante com o produto apresentado, tudo caminha de mãos dadas, apesar disto, o álbum que é categorizado com ‘rock’, como um de seus gêneros principais, não tem praticamente nada do gênero, não é totalmente deixado de lado, mas a existência aqui é quase insignificante, principalmente para classificar o álbum com este gênero. O que parece, é que Tiffany categorizou assim, pensando em prêmios nesta categoria em premiações, e não exatamente em um quesito de categorização real. Tiffany erra ao não se esforçar quando o quesito é visual, mas acerta muito bem na atmosfera de seu primeiro álbum de estúdio, que traz composições acima da média. Infelizmente a falta de criatividade do visual, perde muito de um dos fatores principais na indústria, a originalidade. Ok, é o primeiro álbum da artista, não se espera uma super inovação, mas com certeza, ninguém esperava um plagio. Composições 25 Visual 0 Coesão 20 Criatividade 18