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Los Angeles Time publicou uma avaliação em 25/03/2026: 85

Em seu novo single, "Banquet", Anneliese não apenas entrega uma canção; ela monta um cenário de teatro visceral e claustrofóbico. A faixa mergulha nas entranhas da domesticidade feminina, utilizando o simbolismo de um almoço em família para desmascarar as podridões ocultas sob o "linóleo imaculado" das expectativas sociais. A composição lírica é o coração pulsante da obra. "Banquet" é uma obra de arte provocativa. É a trilha sonora de um colapso nervoso em câmera lenta, servida em prataria de prata. Anneliese prova que a doçura e a amargura podem ocupar o mesmo prato, resultando em um dos lançamentos mais instigantes do ano.



TIME publicou uma avaliação em 18/03/2026: 91

A canção "Banquet", da australiana Anneliese, é uma demonstração experimental mais que clássica de como é possível fazer uma canção líricamente agradável sem soar excessivamente complexa, tão pouco demasiadamente performática, e a razão de tal qualidade é simples, a artista não teme se banhar do humor para toar satírica a crítica que apresenta. Narrando a cômica história de uma mulher que esconde seu amante no andar de cima enquanto serve seus sogros que fizeram uma visita repentina, a infidelidade se torna uma questão de gênero, quando a indignação da mulher se torna entorna na maneira que a sociedade, representada pelo julgamento de seus sogros, enxergaria a traição. Logo no Verso 1, o eu lírico apresenta o cenário de um casamento a desmoronar. O pré-refrão tem um papel, tornar visceral a inquietude posta sobre a protagonista, que ve-se numa situação sem saída. O refrão serve para trazer um pouco mais de absurdo ao surrealismo de Anneliese, quando o desejo de que a culpa voasse como uma mosca varejeira, mas ela se instala invés de fugir. É inegável a maneira que a narrativa da artista deixa poupa margem para dúvidas, está é capaz de conciliar a qualidade visual com a lírica num projeto criativo e que honra a classificação experimental.