The Ego Suicides Julie Welt Alternative, Rock, Country202611 músicas
The Ego Suicides é o álbum de estréia da cantora, compositora e produtora Julie Welt, lançando pela Wild Music Group e completamente feito exclusivamente pela própria. O título do disco é uma declaração do seu conteúdo: A morte do ego — Processo descrito por Freud — é uma metáfora para a descaracterização, a perda do senso de si próprio em função de algo. O ego suicida é aquele que anula sua identidade por auto sabotagem, em prol do outro. Ao longo de 11 faixas, o álbum acompanha a progressão da mentalidade de um personagem pricipal, o "Ego", que decorrente da solidão e medos, cedeu a si mesmo em prol de uma relação que se tornou sua ruína. O disco é dividido em 2 metades, The Romance e The Violence, que compõe as 2 metades do disco, e a intersecção, com "Gardenias". A nostalgia é a alma de The Ego Suicides, não atoa, o projeto é tão teatral, dramático e cinematográfico, cada sentimento é intenso e vivido, e isto que torna tudo tão sanguinário, nada é pouco, tudo é exagerado. As influências da sonoridade vão desde o soft-rock oitentista, a música alternativa tradicional, o folk e country americano. Cada faixa é um capítulo de uma história semi-cronológica, com uma progressão baseada nas interseções entre os sentimentos. O disco inicia de forma brutal, questionando a razão de existência, e qual o valor da personalidade no mundo moderno, e passeia por questões envolta de pertencimento e solidão, o receio dos próprios sentimentos, a paixão obsessiva, a auto sabotagem e termina com o agridoce de "Turn The Page", onde uma página virada não significa uma verdadeira finalização. The Ego Suicides é um álbum sobre mudança e transformação, e a tentativa fracassada de resistir ao impossível. É um trabalho sobre a arte de desmoronar, e a coragem de transformar isto em algo. THE ROMANCE A primeira metade do álbum, The Romance, é o retrato do sentimentalismo e dependência, a necessidade pura de compreender e ser amado, que mora na reminiscência em tempos mais simples. É a metade mais "doce" do projeto, e elucida a história do Ego. THE VIOLENCE A segunda metade do álbum, "The Violence", é o momento da morte de Ego, quando os propósitos deixam de fazer sentido e, em meio a carcaça destruída, sobra apenas a melancolia solitária. Não é sobre o outro, mas um panorama sobre a saudade de si mesmo, e a dificuldade de remontar os próprios pedaços.
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16/07/2026 ℗ 2026 WildMusicGroup