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Balk lança “Blossom”, aguardado álbum pós reset. Tendo a premiada “Rose Thorns” na tracklist, a obra propõe abordar uma série de temáticas envolvendo amor, dor, renascimento e também esperança; todas intrínsecas as suas experiências. O lirismo é repleto de nuances, Balk consegue nos trazer canções com versos simples e menos construídos ao mesmo tempo que nos apresenta faixas mais elaboradas com referências inteligentes e promissoras. No geral achamos que ela se mantém em um bom nível, “Sunflower” é exemplo de uma canção que nos motivou e encorajou a acreditar cada vez mais no potencial dx artista. Talvez a escolha por uma linearidade conceitual convexa tenha sido um risco, já que não é tão habitual que essa disposição seja realizada, mas há sim uma linearidade expressa na jornada. A produção melódica é variada, foge em alguns momentos do que consideramos coeso, mas entrega uma linearidade na maior parte do projeto. A produção visual é bem montada e muito bem elaborada, ela nos remete ao conceito expresso anteriormente e tem como pressuposto abrilhantar ainda mais a proposta. Em seu retorno, Balk brota em meio a uma indústria competitiva e fugaz, de forma sorrateira, com um bom projeto que lhe concederá bons frutos. Aguardamos seus próximos trabalhos.

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Entre erros e acertos, Balk tenta mostrar o seu crescimento pessoal e no amor em seu mais novo album, intitulado”Blossom”. Dividido em duas partes, o disco se inicia com duas baladas, gerando um contraste enorme entre “Imago/On (The Way Life Goes)” e “Bloom”. Isso causa a sensação de quebra da coesão geral do álbum, tornando, assim, uma tracklist desorganizada logo de início, já que vai de duas faixas de tom baixo para uma mais alegre como “Bloom”. O álbum segue nessa linha mais feliz nas próximas músicas. “Bloom” facilmente poderia iniciar o álbum com um som mais alegre e ambas baladas poderiam ser colocadas intercaladas durante o álbum (ou até cortá-las e transformar o álbum em apenas um ato). Em quesito lírico, as baladas iniciais “Imago” e “On (The Way Life Goes)” apesar de parecerem deslocadas com a continuidade do álbum, são boas composições e as faixas “Heart Of Steel”, “Lose Some Control” e “Back No More” entram entre os destaques do álbum. Seu visual é bonito da maneira certa e de acordo com o tema proposto; um acerto dentro do álbum. Podemos ver também um fato interessante: a artista tenta encaixar as músicas no seu conceito principal (seja no título ou na composição), fazendo com que o álbum cause uma sensação de leve repetição, fazendo relembrar o seu “The Mermaid”. Balk tentou mostrar problemas e soluções dentro do álbum em dois atos que parecem não se conectar separados mas poderiam funcionar juntos. Trazendo um conceito que não lhe destaca entre os diversos artistas que apresentam grandes obras, fica difícil quando Balk erra em detalhes que passaram despercebidos durante a produção como a coesão sonora, algumas composições como “Sprout/Rose Thorns” e a criatividade em empregar o conceito de forma mais intensa. Entretanto, acreditamos que o “Blossom” seja uma fase de metamorfose para podermos ver algo maior em um próximo album.

75
Balk retorna com seu tão aguardado \"Bloom\". Com o hit \"Rose Thorns\", Balk nos apresenta sua obra em duas partes. Na primeira elx fala sobre erros e sobre como entender que eles fazem parte do nosso crescimento pessoal. Aqui é a parte que mais se aproxima do conceito proposto. Em \"Imago\", x cantorx nos fala de sua insatisfação com sua atual vida e espera pela revira-volta, seu \"Imago\". Elx também nos fala sobre como erros fazem parte da vida em \"On (TWLG)\". Ambas são bem acompanhadas por \"Bloom\" que sintetiza as duas propostas numa temática onde o eu-lirico muda pelas circunstâncias a sua volta e nao tem medo de mostrar isso e se questiona por que os outros o criticam. \"Sunflower\" segue a mesma temática, o que começa a tornar tudo um pouco monótono. Sprout se torna massiva na tracklist, pois fala das mesmas coisas já foram faladas anteriormente, não apresenta um clímax que faça o ouvinte querer chegar ao segundo ato, não apresenta nada novo. Uma pena a faixa que fecha a primeira parte ser uma filler. Chegando agora no segundo ato, parece que por um momento o ciclo se quebra pois Balk se coloca mais uma vez em posição frágil. Tudo fica ainda mais estranho quando em \"Rose of Thorns\" ela se coloca numa posição totalmente diferente, onde mostra seus espinhos. Questiono a tracklist, pois obviamente \"Rose\" seria perfeita para abrir a segunda parte. Balk em alguns momentos não sabe muito bem o conceito que quer numa certa faixa. \"Lose some control\" nos diz que ela se perde por estar apaixonada, mas na letra o eu-lírico sabe muito bem o que quer e, na verdade, está no controle. \"Petals\" é um óbvia filler. Depois dessa montanha-russa, o album volta ao conceito inicial em \"Dawn\" onde há um clímax aqui sobre o fim de um relacionamento. Em \"back no more\" notamos o ciclo que o album apresenta. Balk dispunha de um ótimo conceito que se perde entre o final da primeira parte e o começo e meio da segunda parte. O conceito só volta a ser visível nas duas faixas finais, onde o ciclo recomeça. Uma edição na tracklist faria toda diferença. Algumas letras fortes, porém. \"Rose of Thorns\" é certamente a melhor aqui e uma das melhores da carreira de Balk. O visual também é bem executado e casa perfeitamente com a vibe do álbum.

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Entre erros e acertos, Balk tenta mostrar o seu crescimento pessoal e no amor em seu mais novo album, intitulado \"Blossom\". Dividido em duas partes, o disco se inicia com duas baladas, gerando um contraste enorme entre “Imago/On (The Way Life Goes)” e “Bloom”. Isso causa a sensação de quebra da coesão geral do álbum, tornando, assim, uma tracklist desorganizada logo de início, já que vai de duas faixas de tom baixo para uma mais alegre como “Bloom”. O álbum segue nessa linha mais feliz nas próximas músicas. “Bloom” facilmente poderia iniciar o álbum com um som mais alegre e ambas baladas poderiam ser colocadas intercaladas durante o álbum (ou até cortá-las e transformar o álbum em apenas um ato). Em quesito lírico, as baladas iniciais “Imago” e “On (The Way Life Goes)” apesar de parecerem deslocadas com a continuidade do álbum, são boas composições e as faixas “Heart Of Steel”, “Lose Some Control” e “Back No More” entram entre os destaques do álbum. A faixa “Rose Thorns”, sendo o lead single, é uma das faixas que poderiam ser apagadas pois soa como uma track, sendo chocante que a escolha da música para divulgação principal do álbum pois há outras opções melhores. Seu visual é bonito da maneira certa e de acordo com o tema proposto; um acerto dentro do álbum. Podemos ver também um fato interessante: a artista tenta encaixar as músicas no seu conceito principal (seja no título ou na composição), fazendo com que o álbum cause uma sensação de leve repetição, fazendo relembrar o seu “The Mermaid”. Balk tentou mostrar problemas e soluções dentro do álbum em dois atos que parecem não se conectar separados mas poderiam funcionar juntos. Trazendo um conceito que não lhe destaca entre os diversos artistas que apresentam grandes obras, fica difícil quando Balk erra em detalhes que passaram despercebidos durante a produção como a coesão sonora, algumas composições como “Sprout/Rose Thorns” e a criatividade em empregar o conceito de forma mais intensa. Entretanto, acreditamos que o “Blossom” seja uma fase de metamorfose para podermos ver algo maior em um próximo album.

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Balk trouxe seu novo álbum de estúdio “Bloom”, entre erros e acertos, a artista tenta mostrar o seu crescimento pessoal e no amor, dividindo em duas partes. Iniciando com duas baladas e gerando um contraste enorme entre “Imago/On (The Way Life Goes)” e “Blossom”, mostra uma quebra na hora da coesão geral do álbum, gerando assim uma tracklist desorganizada logo de início, já que vai de duas faixas de tom baixo para uma mais alegre como “Bloom” e o álbum segue nessa linha mais “pra cima do que pra baixo” nas próximas músicas. “Bloom” facilmente poderia iniciar o álbum com um som mais alegre e ambas baladas poderiam ser colocadas intercaladas durante o álbum (ou até corta-las e transformar o álbum em apenas um ato). Em quesito lírico, as baladas iniciais “Imago” e “On (The Way Life Goes)” apesar de parecerem deslocadas com a continuidade do álbum, são boas composições e as faixas “Heart Of Steel”, “Lose Some Control” e “Back No More” entram entre os destaques do álbum. A faixa “Rose Thorns”, sendo o lead single, é uma das faixas que poderiam ser apagadas e que soa como uma track, sendo chocante que a escolha da música para divulgação principal do álbum, podendo ter outras opções melhores. Seu visual é bonito da maneira certa, é de acordo com o tema proposto e um acerto dentro do álbum. Balk tentou mostrar problemas e soluções dentro do álbum em dois atos que parecem não se conectar separados, mas poderiam funcionar juntos. Trazendo um conceito que não lhe destaca entre os diversos artistas que apresentam grandes obras, fica difícil quando Balk erra em detalhes que passaram despercebidos durante a produção, como a coesão sonora, algumas composições como “Sprout/Rose Thorns” e a criatividade em empregar o conceito de forma mais intensa. Entretanto, acreditamos que o “Blossom” seja uma fase de metamorfose para podermos ver algo maior no próximo ato.

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4° álbum de Balk, Blossom possui um conceito bastante previsível porém bem colocado. Balk quer expressar o seu \"desabrochar\" enquanto artista e pessoa, passando por momentos de dor e autorreflexão que u levaram a amadurecer. O ponto negativo do álbum nesse sentido é sua divisão em atos, a qual acaba servindo apenas para confundir a compreensão do mesmo. Visualmente, Blossom possui uma escolha de fotografias coerente com sua temática e bastante coesa. O encarte não é uma obra excepcional, o fundo brilhante das páginas em ouro amarelo e rosa não contribui muito para a polidez desta produção, mas ainda assim ela pode ser considerada suficiente. Falando sobre sua tracklist, Blossom possui faixas bem interessantes. \'On (The Way Life Goes)\' e \'Back No More\' são, sem dúvidas, as melhores canções do registro. \'Heart Of Steel\' e \'Sunflower\' também são pontos áureos, esta última se destacando pela sua leveza e positividade. Já \'Imago\' e \'Rose Thorns\' destacam-se por seus conceitos, mas infelizmente não são tão bem trabalhadas; enquanto \'Petals\' não é muito elaborada mas renova o álbum trazendo-lhe ousadia e irreverência. De modo geral, Balk se apresenta como ume ótime compositore, capaz de ser criative e trazer ideias bem pensadas, mas que ainda peca na concisão de algumas faixas. Apesar de ser colocado como um marco na carreira du cantore, Blossom se mostrou mais como um ponto de transição para Balk. Sim, agora o tempo já proporcionou a elu mais firmeza em seus ideais e atitudes, mas acreditamos que essa maturidade adquirida será melhor utilizada em seus próximos trabalhos - e é por isso que estamos ansiosos. COESÃO GERAL: 77 APLICAÇÃO DO CONCEITO: 78 PRODUÇÃO LÍRICA: 84 PRODUÇÃO VISUAL (×0,5): 73 NOTA FINAL= TOTAL/3,5: 79
75
Balk lança seu quarto álbum após um grande hiatus e infelizmente não consegue entregar o que é esperado para uma artista à sua altura. A cantora mostra grande evolução lírica, aonde consegue chamar atenção fazendo a maioria das músicas do trabalho serem boas e coesas. Mas algo se perde, parece meio confuso a forma de levar o álbum e de como a cantora \"vende\" suas canções. É um álbum que não consegue chamar a atenção e não consegue mostrar uma evolução artística completa da cantora, quando se é comparado com seus antigos álbuns. Não é um álbum ruim, mas é um álbum que é facilmente esquecível.

78
A arte de utilizar-se de confidencias para a conceituação de um trabalho é algo relativamente tradicional na composição de álbuns e faixas na indústria e Balk segue um roteiro bem definido com seu novo trabalho Blossom. Abrindo seu quarto lançamento de estúdio com o melancólico hit Rose Thorns a cantora entrega um dos ápices líricos de sua jornada ao mostrar-se forte ao mesmo tempo em que entrega suas fraquezas nas seguintes tracks como Imago e On (The Way Life Goes) que se propõem como apostas desafiadoras para futuros singles dado a profundidade que exalam ao ouvintes. O passeio entre canções com toques de fragilidade ao mais robusto crer em si denota evolução linear na forma de pensamento abordado pelo álbum, mantendo cadência no conteúdo proposto. A produção de Blossom é auspiciosa e se coloca como forte concorrente para as próximas temporadas de premiações ao mesclar tons pasteis sem partir para a artificialidade ao se escolher shoots ricos em camadas visuais. É passível de questionamento o desenvolvimento de canções como Sunflower e Petals que possuíam capacidade de maior aproveitamento dentro dos objetos abordados, mas ainda sim se colocam como parte de uma narrativa que se segue majoritariamente positiva. Balk nos entrega um álbum Pop-Alternativo comercial que consegue por vezes driblar-se da comum superficialidade e nos trás bons resultados para o gênero.

80
Começamos o álbum já introduzidos no Act 1: Dandelion, nele o eu-lírico se mostra totalmente vulnerável, como na faixa Imago e logo depois completada por On (The Way Life Goes), onde Balk nos mostra que no final tudo vai dar certo, uma verdadeira virada, como diz u cantore. Dandelion é composta por faixas que refletem a nossa realidade, como em Bloom, onde a evolução do eu-lírico incomoda as pessoas que não evoluíram e em Sunflower, onde teve uma mensagem boa mas não foi bem desenvolvida, assim como Sprout, que fechou o Act 1 não muito bem. Em seguida, entramos em Orchid, onde temos faixas que não foram muito bem executadas, como em Lose Some Control e Petals. Começamos com Heart of Steel, onde o eu-lírico se apaixona e recebe a traição em troca, podemos dizer que essa é a melhor canção do quarto álbum de estúdio dx cantore Balk. O conceito é bem executado mais, assim como dito antes, temos músicas que não foram muito bem executadas diante do conceito. Por fim, o Blossom é um álbum bastante pessoal e emocionante, com um visual simples mas encantador. Balk nos surpreende com sua criatividade mas, como dito antes, temos faixas que não foram bem executadas diante do conceito.

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Começamos o álbum já introduzidos no Act 1: \"Dandelion\", nele o eu-lírico se mostra totalmente vulnerável, como na faixa \"Imago\" e logo depois completada por \"On (The Way Life Goes)\", onde Balk nos mostra que no final tudo vai dar certo, uma verdadeira \"virada\", como diz u cantore. \"Dandelion\" é composta por faixas que refletem a nossa realidade, como em \"Bloom\", onde a evolução do eu-lírico incomoda as pessoas que não evoluíram e em \"Sunflower\", onde teve uma mensagem boa mas não foi bem desenvolvida, assim como \"Sprout\", que fechou o Act 1 não muito bem. Em seguida, entramos em \"Orchid\", onde temos faixas que não foram muito bem executadas, como em \"LSC\" e \"Petals\". Começamos com \"Heart of Steel\", onde o eu-lírico se apaixona e recebe a traição em troca, podemos dizer que essa é a melhor canção do quarto álbum de estúdio dx cantore Balk. O conceito é bem executado mais, assim como dito antes, temos músicas que não foram muito bem executadas diante do conceito. Por fim, o \"Blossom\" é um álbum bastante pessoal e emocionante, com um visual simples mas encantador. Balk nos surpreende com sua criatividade mas, como dito antes, temos faixas que não foram bem executadas diante do conceito.