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\'Feel The Love\' é o primeiro álbum de estúdio da cantora Allison, trazendo melodias country e pop, a artista focou em falar sobre o amor e as questão que rondam o assunto. Partindo desta premissa, o conceito é bastante simples, o amor romântico na vida da artista, todas as faixas giram ao redor deste tema, algumas vezes soando repetitivo, não há problemas em fazer um álbum apenas sobre romance, mas a artista poderia ter explorado este assunto de diversas formas, mas acabou optando por uma abordagem idêntica em todas as faixas do disco. Entrando no mérito das composições, há faixas muito bem escritas, a exemplo de \'Always Green\', sendo a melhor do disco, trazendo metáforas inteligentes acerca da dor e da perda amorosa. Há outras faixas ótimas como \'My Last Song For You\' e \'What You Feel\', elas trazem boa estrutura, sentimentalismo, detalhamento e consistência lírica, se destacando no meio do álbum. Em contrapartida, o álbum conta com faixas mais superficiais e repetitivas na tracklist, sendo \'I Knew You were Not what I Expected\' e \'Never Say I Wanted Something From You\', no qual necessitam de polimento e versos mais desenvolvidos, sem isso é difícil criar conexão com o ouvinte. Já na parte dos visuais, o encarte é simples e bonito, trazendo ótimas e bem enquadradas fotos. A capa é o maior destaque do projeto, as cores aliadas à simplicidade, no geral, combinaram muito bem e visualmente está bastante agradável. Por fim, Allison faz seu debut na indústria e, para um futuro projeto, a cantora precisa se atentar em expandir as vertentes de sua música, tratando sobre outros assuntos, mesmo que na área do amor, é um tema que pode ser explorado e refletido de inúmeras formas, assim será possível a artista atingir o nível máximo das suas habilidades artísticas. COMPOSIÇÃO: 19 / CRIATIVIDADE: 13 / COESÃO: 14 / VISUAL: 17
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Após um período de idas e vindas, a estrela country em ascensão Allison Swift finalmente lança seu primeiro álbum de estúdio intitulado “Feel The Love”. O conceito do trabalho circula entre a especulação de o amor ser algo essencialmente humano, que se expressa das mais diversas formas gerando impactos diretos sobre nossas vidas, com essa proposta tenta se aproximar do ouvinte para que ele possa assim se identificar com sua expressão artística. Começando pelo seu sucesso “I Knew You Were Not What I Expected”, temos uma boa entrada melódica no trabalho, a artista soube trabalhar versos bem articulados em sua sonoridade, embora seu conteúdo careça de mais versos e não seja nossa faixa favorita. Em seguida temos “My Last Song For You” que dá continuidade a faixa anterior, porém de uma forma completa e mais atraente, o eu lírico resgata que apesar da força de vontade, é preciso de tempo para realmente superar alguém. Na primeira parte do álbum vemos duas faces do eu lírico, a já apresentada onde ele se encontra perante uma desilusão amorosa, e a seguir temos um entusiasmo romântico impregnado de inocência e ingenuidade, destacamos “What You Feel?” como a melhor faixa dentre as três desse movimento. Contudo temos a apreciação dos talentos de Allison como compositora na segunda parte do álbum, entre as faixas “Never Say I Wanted Something From You”, “Around You” e “England Lights”, a primeira nos parece fazer o encerramento da trama de decepções, não mais de forma rasa ou clichê, mas com versos completos e carregados de drama da final decisão tomada, a segunda mencionada figura o amor de uma forma platônica enquanto a última retrata em uma forma de euforia em uma ambientação suave e poética. Nesse sentido, afirmamos que liricamente a artista vem demonstrando um aprofundamento e aprimoramento a cada faixa, não é uniforme, mas vemos uma evolução que pode ser explorada em um próximo trabalho. Gostaríamos de ver uma exploração maior do tema, onde a artista explorasse o amor além de seu aspecto romântico, mas de todo modo, a artista consegue entregar uma coesão agradável na narrativa ao longo do disco. Visualmente temos uma elaboração requintada e charmosa, embora não seja de todo sua identidade, as cores e as sobreposições foram bem aplicadas e tudo com bastante polidez. Assim, concluímos que Allison entrega um bom trabalho de estréia, sugerimos que a artista saia para fora de sua zona de conforto e explore ao máximo suas potencialidades para entregar trabalhos mais sólidos, mas em todo caso, “Feel The Love” é um marco ao clássico álbum no gênero country. Composição: 16 Criatividade: 12 Coesão: 20 Visual: 22

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Após longos anos de espera, Allison nos apresenta seu álbum “Feel The Love”. Com um conceito bem característico, como sugere o título, a cantora nos insere em narrativas amorosas, sejam elas catastróficas, melancólicas ou até mesmo felizes. Sentir o amor em seus diversos aspectos é como Allison executou a proposta do álbum, por demasiadas vezes nos deparamos com uma proposta mais comum, e que por conta disso foge dos trilhos e eclode em algo totalmente diferente, mas nesse LP nós não sentimos isso com tanta força, ele é justaposto e segue a mesma linearidade, ainda imatura, em seu conceito. As composições são boas, elas ainda soam como um adolescente imaturo ainda com medo de enfrentar o mundo, se formos fazer uma comparação mais clara, as estrofes são repletas de versos simples, quase que tirados de um diário, o que é ótimo para se conectar com um certo tipo de público, mas se desprende de uma visão mais altruísta que Allison pode chegar, os versos são pouco explorados, talvez o uso direto tenha se fixado demais e com isso algumas das canções soam mais genéricas do que precisariam ser, como em “Young Girl” (Que encerra o álbum de forma rasa e pouco atrativa) e em “I Knew You were Not what “, em contrapartida temos “England Lights” e “Always Green” que não apenas utilizam do uso direto de referências, mas também os complementa com metáforas e sentidos diversos que trazem uma visão mais completa e genuína do que as demais. Possivelmente, essa abordagem mais simplista e pouco convidativa nas composições tenha sido o ponto mais fraco que encontramos na obra. A produção melódica oscila entre o Pop/Rock e o Country, ela foi bem estável em toda a tracklist, sempre contendo o apoio de violão e guitarra durante todos os momentos, algo que traz uma linearidade sonora, mesmo tendo canções mais pop esse instrumento une a todas de forma interessante. Os visuais são polídos, agradáveis em seu tom mais quente e colabora com uma boa linearidade no encarte, alguns elementos são descartáveis como formas geométricas por todas as páginas, porém a métrica escolhida para formatação do texto e do próprio photoshoot foi bem dinâmica. De modo geral, Alisson traz consigo um novo começo sorrateiro, mesmo que apresente diversas falhas, ainda possui seu valor em garantir voz a um público mais juvenil, esperamos que ela consiga também apresentar o mesmo com outros grupos e saia de local que deambula entre o genérico e o sucesso instantâneo. Composições: 19 Criatividade: 10 Coesão: 17 Visual: 17

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Após anos de espera, os fãs de Allison Swift receberam o aguardado debut álbum, o “Feel The Love”. O projeto retrata sobre o amor e como ele desencadeia os sentimentos que estão interligados a ele. O álbum conta com a composição da própria artista e da cantora Mushroom. Logo após lermos todas as letras, percebemos várias canções clichês sobre amor, e totalmente sem nenhuma nova visão ou pessoalidade. Embora o álbum contenha faixas ótimas como “My Last Song For You”, “Never Say I Wanted Something From You” e “England Lights”, as demais canções não consegue se manter em um patamar elevado e demonstram versos fracos e bem cansativos. Também vemos que o uso de uma criatividade para desenvolver algo mais amplo foi quase nulo, e voltamos a mesma estaca de clichê adolescente. Acreditamos que a união desses dois aspectos permitiria que a cantora explorasse um pouco mais de cada ponto, trazendo algo mais trabalhado em diferentes visões e expressões que abriria a possibilidade de letras mais exploratórias. Embora outros quesitos tenham sido pouco aproveitados, ouso dizer que a coesão soou excelente, suas letras estão conectando bem com o tema e mesmo soando clichê, esse ponto não pode ser negligenciado. Partindo para o lado visual, é inegável o quão bonito é, e o quão bem distribuído as fotos foram colocadas. As tipografias estão em perfeita harmonia com o restante das fotos e toda a paleta de cor é algo belo. Porém, vale ressaltar que percebemos muita similaridade a de outros encartes já apresentados no Famous e isso subtrai um pouco a visão criativa que o álbum poderia vir a ter. Mesmo com alguns pontos negativos, vimos que a cantora Allison Swift tem um potencial gigante e, embora esse álbum é facilmente o conceito de “zona de conforto”, esperamos que a cantora abuse mais de novos horizontes em seus próximos projetos, e explorar novos métodos de apresentar seu trabalho. Acreditamos em sua capacidade e estaremos esperando para novos destinos para os próximos trabalhos. COMPOSIÇÃO: 20 / COESÃO: 15 / CRIATIVIDADE: 10 / VISUAL: 15

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Com um longo período entre lançamentos e promessas de um álbum completo, Allison faz o seu debut na indústria musical com um álbum que vai de letras rasas à um clichê adolescente durante todo o percurso. O álbum tem como objetivo fazer o ouvinte ‘sentir o amor’ de forma cativante, porém o que falta no álbum são versos complexos que nos façam sentir de verdade. O álbum começa com ‘I Knew You were Not what I Expected’, sendo uma letra mal aproveitada e com alguns erros notáveis, sendo umas das mais fracas do projeto. Em seguida, dá início as duas faixas compostas por Mushroom e ambas são as que mais demonstram amadurecimento nos versos e emoção em cada palavra. ‘My Last Song for You’ é uma música intensa, bem composta e transmite a emoção necessária, porém soa como uma encerramento e não como uma faixa colocada no início do álbum. ‘First and Last’, ‘Me and U’ e ‘Never Say I Wanted Something From You’ são exemplos de faixas com conteúdos rasos que poderiam ser melhores aproveitados com um apelo emotivo maior. ‘Around You’ é a faixa onde Allison consegue chegar mais perto de um certo nível de profundidade em uma letra própria, mas ainda fica atrás das letras escritas por Mushroom. ‘England Lights’ não é uma faixa intensa, mas é uma faixa divertida e pode ser apreciada desta forma. Por fim, ‘Adore You’ e ‘Young Girl’ também pecam em transmitir o amor de forma mais intensa declarado pela cantora no início. Seu visual é simples, bonito e transmite a calmaria que Allison quis transmitir nesse projeto, porém deve ser mencionado que seu visual remete um pouco à repetição nos trabalhos produzidos por Outtathisworld, causando uma sensação de déjà vu (citando o visual de The Darkness Felt In My Heart como exemplo ou os próprios da produtora), onde não é necessariamente culpa da cantora, mas pesa por não ser algo que surpreenda, apenas mais do mesmo que já vimos em outros trabalhos produzidos por Outta. No geral, Allison trouxe um álbum que pode ser considerado como um clichê adolescente, com sentimentos rasos e letras não tão complexas quando esperávamos. Digamos que Allison ainda não é uma compositora de mão cheia, e nem uma compositora ruim; porém precisa amadurecer suas composições em projetos futuros. Composição: 23 / Visual: 18 / Coesão: 17 / Criatividade: 11

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Com um longo período entre lançamentos e promessas de um álbum completo, Allison faz o seu debut na indústria musical com um álbum que vai de letras rasas à um clichê adolescente durante todo o percurso. O álbum tem como objetivo fazer o ouvinte ‘sentir o amor’ de forma cativante, porém o que falta no álbum são versos complexos que nos façam sentir de verdade. O álbum começa com ‘I Knew You were Not what I Expected’, sendo uma letra mal aproveitada e com alguns erros notáveis, sendo umas das mais fracas do projeto. Em seguida, dá início as duas faixas compostas por Mushroom e ambas são as que mais demonstram amadurecimento nos versos e emoção em cada palavra. ‘My Last Song for You’ é uma música intensa, bem composta e transmite a emoção necessária, porém soa como uma encerramento e não como uma faixa colocada no início do álbum. ‘First and Last’, ‘Me and U’ e ‘Never Say I Wanted Something From You’ são exemplos de faixas com conteúdos rasos que poderiam ser melhores aproveitados com um apelo emotivo maior. ‘Around You’ é a faixa onde Allison consegue chegar mais perto de um certo nível de profundidade em uma letra própria, mas ainda fica atrás das letras escritas por Mushroom. ‘England Lights’ não é uma faixa intensa, mas é uma faixa divertida e pode ser apreciada desta forma. Por fim, ‘Adore You’ e ‘Young Girl’ também pecam em transmitir o amor de forma mais intensa declarado pela cantora no início. Seu visual é simples, bonito e transmite a calmaria que Allison quis transmitir nesse projeto, porém deve ser mencionado que seu visual remete um pouco à repetição nos trabalhos produzidos por Outtathisworld, causando uma sensação de déjà vu (citando o visual de The Darkness Felt In My Heart como exemplo ou os próprios da produtora), onde não é necessariamente culpa da cantora, mas pesa por não ser algo que surpreenda, apenas mais do mesmo que já vimos em outros trabalhos produzidos por Outta. No geral, Allison trouxe um álbum que pode ser considerado como um clichê adolescente, com sentimentos rasos e letras não tão complexas quando esperávamos. Digamos que Allison ainda não é uma compositora de mão cheia, e nem uma compositora ruim; porém precisa amadurecer suas composições em projetos futuros.

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Depois de dois anos de turbulências pessoais e conflitos com gravadoras, Allison se reconstrói lançando o seu primeiríssimo e aguardado álbum de estúdio. Numa análise mais profunda dentro do mundo de amores do \"Feel The Love\", notamos uma eu-lírico apaixonada — como o esperado — e bastante ligada à juventude, que para um primeiro trabalho chega a ser interessante e promissor. É esperado que futuramente a artista siga em frente com essa abordagem mais adolescente. Falando de composições, o disco tem seus altos e baixos, sendo \"Around You\" o pico, que se sobressai com uma letra mais desenvolvida e realmente emocionante; e \"Me And U\" o sopé, que acaba faltando desenvoltura lírica, principalmente nos versos iniciais. Em geral, o álbum como um todo oscila no lirismo, sempre com os mesmos erros e os mesmos acertos. \"England Lights\" é a prova que Allison têm potencial, o que pode levá-la mais longe do que qualquer um possa imaginar. Também ressalto que Swift poderia ter se juntado a Mushroom na composição de algumas faixas que Elizabeth compôs sozinha e vice versa, no intuito de temperar as faixas com suas características únicas. Mas, como tudo, os problemas líricos no \"Feel The Love\" podem ser resolvido com prática e técnicas (que podem ser aprendidas com outros artistas de qualquer gênero). Visualmente não há nenhum problema, a estética limpa e bem trabalhada é muito agradável. Talvez o maior (e único) defeito seja que há similaridade com outros trabalhos da mesma produtora, Outtathisworld, o que não é necessariamente culpa de Allison. Mas, ambas deveriam ficar atentas nesses pequenos detalhes. Coesão (tanto lírica, quanto sonora), também não tende a ter muitos conflitos, apenas uma linearidade que chega a ser levemente enjoativa, em outras palavras: o álbum é coeso até demais. Em um consenso geral, Allison se mantém na média, mostrando que pode haver um crescimento artístico futuramente. \"Feel The Love\" é um trabalho que ficará na cabeça de muitos adolescentes, principalmente americanos, por algum tempo. Composição: 15 | Visual: 18 | Coesão: 20 | Criatividade: 18